sábado, 14 de novembro de 2009

Gelo da Groelândia está Sumindo

Groenlândia: se tudo isso derreter, o nível dos oceanos sobe sete metros

SÃO PAULO – Imagens de satélite confirmam que as geleiras da Groenlândia estão derretendo mais rapidamente do que nunca.

O aquecimento global recente acelerou a perda de massa de gelo na ilha dinamarquesa para 273 Gt por ano (sendo que 1 Gt representa 1 quilômetro cúbico de água). O estudo, conduzido pela Universidade de Bristol, no Reino Unido, considera o período entre 2006 e 2008.

Com esse fenômeno, o nível dos oceanos está crescendo 0,75 milímetro por ano. Para se ter uma idéia, se todo o gelo da Groenlândia derretesse, haveria um aumento de sete metros nesse nível. Desde o ano 2000, os mares subiram 5 milímetros, cerca de 1.500 Gt.

De acordo com os estudos da Universidade de Bristol, o derretimento das geleiras na ilha acelerou a partir de 1996, mas seu efeito foi encoberto pelo crescimento, no mesmo ritmo, das tempestades de neve.

Além disso, boa parte da água derretida voltou a congelar em algum momento. Não fossem esses dois fatores, a perda de massa da Groelnândia seria o dobro do observado no período.

Fonte: Wikimedia Commons/Revista Info

Confirmada Água na Lua

SÂO PAULO – Cerca de 90 litros de água sob forma de gelo congelado há bilhões de anos estavam escondidos em cratera lunar.

A descoberta foi feita graças à missão Lcross, iniciais de Lunar Crater Observation and Sensing Satellite, que bombardeou a Lua no dia 9 de outubro.

Depois de percorrerem nove milhões de quilômetros e 113 dias, o foguete Centaur se separou do satélite Lcross e se chocou à Lua em alta velocidade na região permanentemente sombreada da cratera Cabeus, perto do pólo sul lunar.

O impacto abriu um buraco entre 18 e 30 metros de largura e encontrou cerca de 90 litros de água congelada. O choque causado pelo Centaur criou uma nuvem de vapor e poeira fina e também revelou a existência de um material mais pesado.

O anúncio de hoje feito pela NASA reforça os planos de tornar a Lua uma base para viagens a locais mais distantes da Terra. A descoberta também confirma a fonte das grandes quantidades de hidrogênio observadas nos pólos lunares.

Os dados da Lcross mostram que existe mais água, e que ela está mais espalhada na Lua, do que antes imaginado.

Segundo comunicado da NASA, as concentrações exatas de água ainda são incertas, mas com certeza ela está presente na região.

Fonte: Nasa/Revista Info

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quem São os Crackers Brasileiros ?


SÃO PAULO - Os criminosos virtuais que atuam no país querem mesmo é ganhar dinheiro fácil.

Os crackers brasileiros estão doidos para invadir o seu bolso. Longe de se esforçar para entrar nos computadores do governo ou de multinacionais com o objetivo de roubar documentos secretos, os criminosos digitais que atuam hoje no país querem principalmente ganhar muito dinheiro. Na maioria, são jovens do sexo masculino, têm idades que variam de 15 a 25 anos e vêm de famílias de classe média. Muitos vivem em cidades do interior e gastam o tempo livre planejando golpes pela web. Eles nem sempre têm conhecimentos avançados de programação e preferem agir em grupo.

O número de ataques registrados pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) explodiu este ano. De acordo com a entidade, responsável pelo monitoramento da internet no Brasil, apenas de janeiro a junho foram comunicados cerca de 300 mil incidentes — volume 27% maior do que o total de 2008 e 47% superior ao de 2007. Boa parte deles está ligada a ações de cibercriminosos para capturar dados de internautas, como números de cartão de crédito e senhas bancárias.

O volume total do desfalque dado por essas quadrilhas é um mistério. O último número divulgado pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) se refere à quantidade de fraudes eletrônicas registradas em 2005. Na época, os desvios somaram nada menos do que 300 milhões de reais. Depois disso, a entidade passou a ocultar os dados — talvez por temer que a divulgação das cifras pudesse estimular mais gente a ganhar a vida com crimes eletrônicos.

Fonte: Revista Info

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Nova Tomada Elétrica


Nova tomada, adaptador e benjamin

SÃO PAULO - Em menos de dois meses os fabricantes de eletrônicos e importadores serão proibidos de distribuir no Brasil equipamentos com plugues diferentes do padrão sextavado com dois ou três pinos redondos definido pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e Inmetro.

Sob críticas de que o país escolheu um padrão que ninguém usa no mundo e que a nova tomada obrigará os consumidores a gastar dinheiro à toa, o Inmetro defende a definição de um padrão local, afirma que a medida era necessária para garantir segurança ao usuário e nega que a mudança terá impacto financeiro negativo no setor.

Abaixo, o gerente de conformidade do Inmetro Gustavo Kuster explica como será a transição para o novo padrão.

A nova tomada passa a valer a partir de quando?

A partir de janeiro os fabricantes não podem mais produzir eletrônicos fora do padrão, nem os importadores trazer equipamentos com tomadas diferentes. Os produtos que já foram fabricados ou importados, no entanto, podem ser vendidos normalmente no varejo durante todo o ano que vem. O comércio só será proibido de vender produtos com tomadas antigas em janeiro de 2011.

Essa mudança não vai trazer prejuízos para o consumidor, forçando-o a trocar tomadas, comprar adaptadores ou mesmo ver seus velhos eletrodomésticos não funcionarem direito nas novas tomadas?

Toda mudança gera uma certa sensação de desconforto, a gente prefere não mudar nada. Lembro quando o cinto de segurança tornou-se obrigatório. Muita gente criticou, mas hoje ninguém pensa que aquela lei foi ruim. No caso das tomadas, esta mudança está acontecendo porque no Brasil existem mais de dez tipos de plugues e outros dez de tomadas. A tomada brasileira é aquela que, forçando um pouquinho, aceita qualquer plugue. Acontece que isto é sempre muito perigoso e fizemos a mudança pensando na segurança do consumidor.

Quais os riscos aos quais estamos expostos hoje?

Veja, com tantos plugues, tomadas e variações de tensão na rede elétrica o risco de falha, curto ou choque é elevado. Quem diz isso não é o Inmetro, mas o Corpo de Bombeiros. Estatísticas dos Bombeiros apontam que curtos elétricos são a primeira causa de incêndios domésticos. Nas residências mais ricas, onde a fiação é nova e de alta qualidade este risco é baixo, mas na maior parte das casas brasileiras, com fiação antiga ou de baixa capacidade essa farra de tomadas é um convite ao acidente.

Não seria possível, então, definir um padrão que causasse menos trabalho ao consumidor?

A definição do padrão, que começou a ser feita ainda nos anos 90, levou muito tempo em debate, ouviu consumidores, indústria, comércio, especialistas e, por fim tomou a decisão de escolher um padrão baseado em três pilares: compatibilidade, segurança e custo.

A tomada que criamos é compatível com 80% dos eletrodomésticos que existem nas casas brasileiras. Eu me mudei recentemente para um novo apartamento, já adaptado à nova tomada. Minha TV, computador, rádio, tudo funciona lá. A maior parte dos plugues de dois pinos redondos funciona nas novas tomadas. O que não funciona são chapinhas para cabelo, por exemplo.

Esses equipamentos têm plugue redondo mais grosso e não vão caber na nova tomada. Isto acontece por motivos de segurança: o pino mais grosso é para puxar mais eletricidade e não deve mesmo entrar numa tomada que não suporte isso, sob o risco de superaquecer e causar fogo.

Mas os pinos chatinhos não vão entrar mais nas novas tomadas...

Não, eles estão proibidos no país. O pino chatinho foi desenvolvido para a rede elétrica dos Estados Unidos, que é 110 v no país inteiro. Aqui, temos 110v, 127c, 220v... o pino chatinho não suporta essa variação de corrente. Pode ser bom para a rede americana, mas é ruim para o Brasil.

O Inmetro não poderia ter escolhido um tipo de tomada universal ou já popular em outros mercados?

Não existe tomada universal. Os Estados Unidos têm um padrão, a Europa tem vários outros, cada país da América do Sul tem o seu. Nós poderíamos, por exemplo, ter copiado o padrão americano. Mas, veja, o padrão deles funciona bem por lá, aqui não é seguro para funcionar na variedade de redes elétricas que existe.

Poderíamos ter escolhido o alemão, que é um dos mais seguros do mundo, mas é um padrão caro. Em alguns casos, o plug na Alemanha tem até um fusível dentro, isto não é uma maravilha de segurança? Sem dúvidas, mas é algo caro para o Brasil. Então, optamos por um padrão que é compatível com a maior parte dos eletrônicos que já existe no país e também é compatível com boa parte das tomadas e plugues da Europa e América do Sul, que se baseia em dois pinos redondos.

Mas nossa tomada terá três furos...

O terceiro pino é para o ´fio terra´. Nem todo eletrônico terá três pinos, só aqueles em que há maior demanda de energia ou risco de fuga de corrente, como microondas e geladeiras. Nesses casos, o consumidor deve usar um adaptador ou, o que é mais recomendável, trocar a tomada. O fio terra evitará a perda de energia com fuga de corrente, tornará o equipamento mais econômico, além de muito mais seguro.

Mas esse desenho sextavado só existe no Brasil

O modelo sextavado e afundado 1 cm na tomada visa manter o plug firme, sem balançar. Além disso impede o usuário de tocar no pino quando está tentando plugar o aparelho. O toque no pino é uma das principais razões de choque elétrico no Brasil.

Para isso, não bastaria exigir que os fabricantes cobrissem parte do pino com um material isolante? Como muitos já fazem, aliás...

Sim, isso resolveria o problema do choque. Mas e todos os outros problemas, como a variação de tensão, o fio terra e a uniformização dos pinos? Para isso, foi melhor desenvolvermos um novo padrão de forma completa.

Os adaptadores e benjamins serão proibidos? Dizem que os adaptadores só serão permitidos por até três anos...

Não, isso não é verdade. Essas informações estão confundindo os consumidores. Os adaptadores poderão ser comercializados livremente, até porque sempre haverá algum equipamento trazido pelo indivíduo que viajou ao exterior.

O que acontece é que, agora, eles terão que ser certificados. Aqueles benjamins em T que são vendidos no camelô por R$ 0,50 serão proibidos, mas qualquer fabricante que apresente ao Inmetro um produto de qualidade, poderá vendê-lo, desde que comprove sua segurança e eficácia. Isso certamente terá algum custo, o processo de certificação e meta de qualidade pode encarecer o adaptador ou o benjamin, mas isso visa a segurança do consumidor. É mais em conta ter um benjamin seguro que a casa incendiada.

Por que o senhor avalia que a nova tomada recebeu tantas críticas?

Alguns setores da indústria que tinham interesse em soluções de menor custo estão descontentes. Há também um ou outro importador ou exportador que lamenta ter que adaptar-se. Nós não criamos as novas tomadas simplesmente por que não temos nada melhor o que fazer, mas porque está é uma demanda da sociedade.

São muitas as reclamações no Idec, Pro Teste e Procon de vítimas de choque, de maus eletrônicos, de adaptadores perigosos. Esta solução busca criar um tipo de plugue e tomada que seja seguro para funcionar em todo o Brasil, com sua ampla variedade de correntes. Entre as opções disponíveis, escolhemos a adaptação que gerasse o menor custo para o consumidor e que trará o melhor ganho de segurança para todos nos.

Fonte: Revista Info

Telefônica Perdeu 149 mil Clientes do Speedy


Cesar Alierta, presidente da Telefônica: lucro líquido da companhia no trimestre passado subiu 2,2% na comparação anual.

SÃO PAULO - A Telefônica perdeu 149 mil clientes de banda larga nos três meses até setembro, ou 5,5% do total de sua base de assinantes do serviço Speedy no final de junho.

A empresa foi proibida de comercializar o produto por cerca de dois meses enquanto implementava melhorias na rede.

A unidade brasileira do grupo espanhol Telefónica divulgou hoje que fechou o terceiro trimestre com 2,578 milhões de clientes de banda larga, ante 2,727 milhões no segundo trimestre.

Em junho, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu a Telefônica de vender seu serviço de acesso rápido à internet no país depois de uma série de interrupções no Speedy em meses anteriores.

Durante cerca de dois meses, a operadora fez investimentos para estabilizar o Speedy, melhorar a qualidade do produto e ampliar a capacidade da rede.

Conforme o balanço do terceiro trimestre divulgado nesta quarta-feira, as receitas com transmissão de dados recuaram 1,5% na comparação com o segundo trimestre, para 1,055 bilhão de reais. Em relação a um ano antes, houve evolução de 11,8%, impulsionada pelos segmentos corporativo e residencial.

A proibição da venda de acesso rápido à Internet também puxou para baixo a base de clientes de TV por assinatura da Telefônica do segundo para o terceiro trimestre. A empresa encerrou setembro com 508,2 mil usuários de televisão paga, queda de 1,2% em relação ao final de junho.

"Em comparação ao terceiro trimestre de 2008, o aumento de 19,6% foi inferior ao registrado em trimestres anteriores, como conseqüência da suspensão da comercialização do serviço Speedy, uma vez que este serviço é majoritariamente comercializado através de trios (pacotes de telefonia, banda larga e televisão)", conforme a Telefônica.

Segundo a empresa, a satisfação de novos clientes do Speedy "registrou uma melhora expressiva, além de uma forte redução do número de reclamações" após a retomada das vendas do serviço no final de agosto.

A receita líquida total da Telefônica no terceiro trimestre ficou em 3,910 bilhões de reais, queda de 4,6% na comparação com um ano antes.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) caiu 14 por cento na comparação anual, para 1,444 bilhão de reais no trimestre encerrado em setembro. A margem Ebitda recuou quatro pontos percentuais, para 37%, também sob influência negativa do Speedy.

O lucro líquido da Telefônica no trimestre passado subiu 2,2% na comparação anual, para 600,3 milhões de reais. A evolução positiva na última linha do resultado ocorreu, principalmente, pela redução de impostos entre os dois períodos.

A Telefônica lançou recentemente oferta de cerca de 7 bilhões de reais para comprar a rival GVT.

Fonte: Reuters/Revista Info

sábado, 7 de novembro de 2009

Tele Scouter Coloca Legendas na Vida Real


A empresa japonesa NEC quer intensificar as relações no mundo globalizado. Recentemente, ela apresentou o TeleScouter, uma espécie de óculos capaz de fazer traduções simultâneas de conversas e textos escritos.
O produto, que ainda está sendo desenvolvido pela empresa, tem câmera e microfone compactos, capazes de captar as conversações. O dispositivo envia esse sinal para um computador portátil que, por meio de um programa específico, primeiro converte as falas em frases e depois as traduz. As informações são, então, enviadas para um pequeno projetor que as exibe direto na retina.

Você precisaria do Tele Scouter para entender os desenhos promocionais feitos pela NEC?

A empresa programa que o Tele Scouter, com esse sistema de tradução de conversas, chegue ao mercado em novembro de 2011. Acredita-se que a versão mais modesta, para textos, já esteja disponível no ano que vem.

Fonte: Revista Info

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A Nova Cara do Orkut


Apesar de praticamente só fazer sucesso no Brasil e na Índia, o Orkut ainda tem importância para o Google. Ele foi totalmente redesenhado para aprimorar a experiência de navegação, interação e comunicação dos usuários. Além de uma nova interface, que apresenta uma série de aplicativos e atualizações, a rede social teve seu código reescrito e tornou-se a maior aplicação do mundo baseada em GWT – Google Web Toolkit, a plataforma de desenvolvimento de aplicativos de Internet desenvolvida pelo Google.

A equipe global de desenvolvimento do Google trabalhou por cerca de nove meses até chegar à versão final, que representa uma onda de inovação na trajetória da rede de relacionamento.

“O Orkut é parte importante da estratégia mundial de web social do Google e está integrado a um esforço maior que envolve projetos como o Google Wave, por exemplo”, afirma Alex Dias, diretor geral do Google Brasil.

“A modernização do Orkut é fruto da nova gestão da rede social, mais próxima dos usuários, inclusive fisicamente”, afirma Berthier Ribeiro Neto, diretor de engenharia do Google para a América Latina e um dos responsáveis pelo projeto. “O novo Orkut não é resultado de somente uma mudança cosmética. É um projeto completamente novo, que alia uma poderosa plataforma de desenvolvimento a ferramentas que fazem sentido para os usuários”, diz ele.

A migração para a nova versão será realizada por meio de convites e não terá impacto na experiência dos usuários e nem nos dados de seus perfis. O objetivo do Google foi reforçar a experiência de comunidade virtual apoiada no comportamento e no padrão de relacionamento dos usuários das redes sociais.

A expectativa é que, até o final do primeiro semestre de 2010, todos os internautas já acessem o novo Orkut. Ao longo desse período, serão lançadas outras funcionalidades.

Um dos destaques da nova interface é a facilidade de compartilhamento de fotos. Dados recentes de uma pesquisas realizada pela NetPop Research, a pedido do Google, mostram que fotos são uma das mais populares funcionalidades do Orkut para 67% dos usuários. Por isso, fazer o upload de várias imagens de uma vez, editar e compartilhar fotos são tarefas que ficaram três vezes mais rápidas no novo Orkut. Outra novidade é a opção de compartilhamento de fotos com amigos. Na nova versão, é possível definir que grupos de amigos terão acesso às imagens, inclusive aqueles não têm acesso à rede social.

Personalização é outro ponto de muita relevância para os usuários. A nova versão do Orkut oferece a possibilidade de escolher a cor da home page. Já na área “Sobre mim” é possível adicionar fotos, vídeos do YouTube e outros aplicativos, criando uma seção de acordo com a personalidade e vontade de cada internauta. O formato de vídeo também poderá ser usado para deixar testemunhos para os amigos e tornar os recados muito mais pessoais.

A navegação pelas comunidades, contatos e informações dos amigos também está mais fácil e pode ser feita diretamente a partir da página inicial, sem a necessidade de cliques e novas telas. A comunicação entre colegas também é uma das prioridades no desenvolvimento dos novos aplicativos, com a nova opção de comentar mensagens, fotos e vídeos diretamente na home page. Ainda é possível adicionar os vídeos preferidos em Favoritos.

Para potencializar e incrementar as atividades de interação entre internautas, a função ‘Encontrar Amigos’ foi reescrita e está ainda mais precisa. Além das indicações de pessoas de contato a partir da análise da própria rede social, foi criado um recurso que indica nomes de colegas com quem o usuário mantém contato freqüente via sua conta do Google.

Algumas outras ferramentas lançadas recentemente continuam ativas na nova versão, como o Video Chat, ferramenta de bate-papo via vídeo que permite aos usuários conversar com sua rede de contatos sem sair do seu perfil, e a opção de escrever scraps diretamente para os amigos, sem precisar sair da página principal.

A nova interface do Orkut exige mais do navegador. É necessário que o usuário tenha uma opção atualizada do Google Chrome ou de alternativas atualizados do Firefox, do Safari e do Internet Explorer, entre outras. Também é possível instalar o Google Chrome Frame para fazer o novo Orkut funcionar em versões antigas de outros navegadores, a partir do (horrendo) IE6.

Fonte: Revista PCMagazine

Confira as Principais Mudanças do Novo Orkut

Exemplo de perfil no novo orkut: leia abaixo as principais mudanças

SÃO PAULO – O que acontecerá com as comunidades no novo orkut? Meus amigos continuarão na página? Os testemunhos sumirão?

As dúvidas acima são reais. Estão espalhadas por sites e (micro) blogs desde que, hoje, o Google anunciou uma reformulação na rede social mais popular do Brasil, o orkut.

Tanta curiosidade por parte dos usuários nacionais é explicada pelo ingresso restritivo na nova versão. Como estratégia para promover o produto online, o Google informou que a entrada ao novo orkut só pode ser feita por meio de convites.

Cada usuário selecionado terá direito a espalhar cinquenta convites. E para por aí. Neste ritmo, segundo a expectativa da companhia, a migração de todos os usuários para a nova plataforma deve ser concluída até o fim do primeiro semestre de 2010.

Diante de tantos “desamparados” neste lançamento, INFO Online faz uma análise das principais mudanças no novo orkut. Confira:

Algumas coisas não mudam: Antes de iniciar a bateria de transformações, vale ressaltar que os dados dos usuários, bem como fotos, amigos, vídeos, aplicativos e mensagens não sofrem alteração alguma na migração da versão velha para a nova. As comunidades também continuam da mesma forma.

O sumiço de itens da barra superior: Lembra dos ícones “Páginas de recados”, “Amigos” e “Comunidades” na barra superior? Não existem mais. Agora, a parte superior conta apenas com duas opções: “Início” e “Perfil”. Na nova versão, os “Amigos” (sim, todos eles) ficam no canto direito, com uma barra de rolagem e um campo de busca para identificá-los. Abaixo e com o mesmo funcionamento, estão as comunidades, que perderam destaque; o atalho para a lista completa das atualizações delas (o popular “gerenciamento”) está menos dinâmico, com um pequeno dizer de ‘gerenciar’ em cima dos ícones.

Nova organização e destaque para atualizações: Antes presentes na parte inferior dos perfis, as atualizações dos usuários passaram a ser centralizadas na página inicial. Outra mudança na disposição dos elementos é que a página de recados fica exposta nos perfis, logo abaixo das informações básicas dos usuários – uma caixa colorida, personalizável, que diz detalhes de localização, citação, relacionamento e aniversário.

Upload de fotos em massa mais veloz e edição: O novo orkut inova ao deixar que o usuário insira legendas enquanto as imagens estão sendo armazenadas no perfil. É possível também fazer edições básicas nas fotos, como girá-las e escolher quem pode visualizar cada uma delas. Na apresentação do recurso, os executivos do Google Brasil enfatizaram a importância das fotos à rede social: cerca de 30 milhões de fotos são processadas por dia no orkut.

Testemunhos feitos em vídeo: As declarações sobre outros usuários, os chamados “testemunhos” ou “testmonials”, também podem ser feitos por vídeo no novo orkut. Basta adicionar uma URL de um vídeo no YouTube. Há ainda a possibilidade de completar o espaço com texto e emoticons.

Formatações de texto: Na hora de enviar mensagens, os usuários podem incrementar seus textos com emoticons, cores e fontes. O mesmo vale na hora de editar o próprio perfil.

Um “sobre mim” com maior liberdade: Para dizer a que veio na rede social, o usuário pode usar uma série de ferramentas. É possível, agora, além de usar variadas opções de fonte, inserir vídeos e aplicativos na descrição do próprio perfil. A parte negativa disso é que as informações dos gostos pessoais dos usuários, como “música” e “cinema” perdem a importância e ficam ocultadas. Tais dados só conseguem ser visualizados pelo ícone “mais informações” dentro de cada perfil, que redireciona para uma página idêntica a antiga.

Comentários em vídeos: Os vídeos colocados via YouTube ganharam uma lista completa, isto é, não possuem várias páginas de divisão. E todos eles podem ser comentados por usuários do orkut, de modo que ficam separados dos comentários presentes no site de vídeos.

“Conte algo para seus amigos”: A exemplo do “What’s on Your Mind” do Facebook, o orkut dá mais relevância ao seu ícone de enviar mensagens a todos seus amigos. Não há mais a ‘trava’ que deixava o processo de atualização menos atrativo. Bem destacada, a barra de “conte algo para seus amigos” fica na parte superior do perfil. Basta escrever um pensamento, apertar ‘enter’ e a atualização é entregue ao seu círculo social.

Fonte: Revista Info

Google Chrome Já Pode Atropelar IE e Firefox

Agora só falta um ou outro ajuste. Com apenas um ano de vida, o Google Chrome já consegue concorrer, de igual para igual, com Internet Explorer e Firefox.

Disponível apenas no canal para desenvolvedores (Google Chrome Dev Channel), a última versão do navegador de internet – 4.0.223.11 – está redonda. O sistema de extensões foi praticamente finalizado, e o programa também já tem suporte nativo a dezenas de temas e à sincronização automática de favoritos. Não vai demorar muito para que todas as novas funcionalidades sejam incorporadas à função estável . Quase tudo, com exceção dos complementos, está disponível no novo beta, liberado nesta semana. Além disso, as versões do Chrome para Linux e Mac OS estão em estágio muito avançado e devem sair do forno em breve.

É claro que a participação do Chrome no mercado ainda é pequena. De acordo com dados do próprio Google, o navegador tinha cerca de 30 milhões de usuários ativos em julho deste ano (Será que o pessoal da raposa torrada conseguiu isso um ano depois do lançamento? Duvido). O Firefox é usado hoje por 330 milhões de internautas, segundo informações levantadas pela ZDNet UK. Não se sabe exatamente quantas pessoas utilizam o Internet Explorer, mas o browser ainda é líder do mercado, com cerca de 64% de participação, segundo a empresa Net Applications. A fatia do IE tem diminuído progressivamente.

O que fará o Chrome passar seus dois principais concorrentes? A velocidade acelerada do seu desenvolvimento. Nem o Firefox, nem o IE conseguem acompanhar o ritmo frenético imposto pela equipe do Google. Bastaram 12 meses para que o navegador partisse do zero e ganhasse funcionalidades idênticas às dos seus rivais. Quando sai o próximo IE? E o próximo Firefox? Vai demorar muito. Um Chrome muito melhor do que o de hoje estará pronto até lá. Junte tudo isso ao poder de marketing do Google e o resultado será uma reviravolta no mundo dos browsers. É só aguardar.

Fonte: Revista Info

Planta Combate Poluição de Escritório

Hoya carnosa: a flor-de-cera é uma das plantas ornamenitas que absorvem poluentes típicos de locais fechados

SÃO PAULO – Se o ar que respiramos na rua não é tão puro quanto deveria, o problema pode ficar ainda maior em ambientes fechados.

Dentro de casa, ou escritório, a qualidade do ar é bastante preocupante. Em algumas áreas, os ambientes fechados possuem até doze vezes mais poluentes que o ar externo.

Tintas, vernizes, adesivos, móveis, roupas, solventes, materiais de construção e até mesmo água encanada contém os chamados compostos orgânicos voláteis – uma lista que inclui benzeno, xileno, tricloroetileno entre outros.

As doenças associadas a pessoas expostas a esse tipo de poluente vão de asma e náuseas a câncer e problemas reprodutivos. Por isso, Stanley J. Kays, da Universidade de Georgia, na Grécia, liderou um estudo para testar se plantas ornamentais eram capazes de remover esses compostos do ambiente – já que, em países desenvolvidos, chega-se a passar até 90% do tempo em locais fechados.

Ele e sua equipe testaram 28 plantas comuns, cultivadas por oito semanas e depois aclimatizadas a um ambiente interno por três meses antes de serem colocadas em jarras de vidro de 10,5 litros fechadas. Elas foram expostas a benzeno, TCE, tolueno, octano e alfa-pineno.

Amostras de ar foram analisadas por três e seis horas depois da exposição e, de todas as plantas, quatro mostraram índices de absorção bastante altos para todos os compostos: a Hemigraphis alternata (Asa de barata), Hedera helix (hera), Hoya carnosa (flor-de-cera) e Asparagus densiflorus (aspargo pluma).

Já a Tradescantia pallida (trapoeraba roxa) mostrou eficiência ainda maior em apenas quatro dos compostos – benzeno, tolueno, TCE ealfa-pineno.

O estudo foi publicado na HortScience.

Fonte: Revista Info

Parede Interativa do MIT Controla a Casa

Leah Buechley, interagindo com o papel de parede no MIT

SÃO PAULO – Imagine que, com um simples toque na parede, você poderia ligar a torradeira, o ar condicionado ou controlar a música ambiente.

Passando suas mãos pelos desenhos florais que decoram a sua casa, você ainda seria capaz de ligar e desligar as lâmpadas (sem interruptores). Não precisa mais imaginar porque uma equipe do Massachusetts Institute of Technology já fez isso por você.

O projeto Living Wall, ou Parede Viva, foi criado pela equipe da professora Leah Buechley como uma maneira bela e não-invasiva de rechear os ambientes com tecnologia. Ela lidera o grupo chamado de High-Low Tech, no MIT Media Lab.

A parede interativa pode ser programada para monitorar seu entorno e controlar equipamento eletrônicos utilizando materiais bastante simples e baratos em sua construção.

Entre as camadas de papel de parede ficam lâminas de aço. A estrutura é recoberta com uma camada de tinta acrílica repleta de partículas de ferro (a tinta magnética); sobre ela, são pintados os motivos usando uma tinta condutora, que contém cobre.

Os padrões formam circuitos pelos quais sensores de luz e outros elementos podem ser conectados. O papel e a tinta recebem então o kit de computação desenvolvido no MIT, com sensores, lâmpadas, interfaces de rede e decorações interativas.

A Parede Viva utiliza, por exemplo, sensores de temperatura, brilho e toque, além de LEDs e Bluetooth para controlar os aparelhos. A intenção do projeto é demonstrar como é possível realizar algo aparentemente complexo com elementos simples e bastante baratos (se comparados a outros protótipos de “paredes vivas” já existentes).

Apesar de a intenção inicial não ser comercializa, já dá para ter mil e uma ideias de aplicação desse sistema em uma casa... não?

Fonte: Revista Info

Mozilla Apressa Versão Final do Firefox 3.6


SÃO PAULO - Após atrasar quase dois meses para liberar o primeiro beta do Firefox 3.6, a fundação Mozilla assegurou que terá a versão final do navegador até o fim deste ano.

Mike Shaver, um dos engenheiros chefe do projeto, disse à comunidade de usuários que deve ter um release candidate do Firefox 3.6 pronto até o final deste mês. Segundo Shaver, além de trabalhar com foco em qualidade, os programadores da Mozilla levam o cronograma muito a sério.

O atraso para a estreia do primeiro beta do 3.6 teve como causa a necessidade de testes adicionais de compatibilidade com o Windows 7, justifica a Mozilla.

Entre as características do 3.6 estão melhorias no engine para processar páginas com JavaScript e um recurso para sincronizar bookmarks nativamente (sem a necessidade de usar plugins). Com a sincronização, o usuário consegue ver todos seus favoritos a partir de qualquer PC que use com Firefox 3.6.

Navegador que há quatro anos ganha participação de mercado continuamente, o Firefox enfrenta o acirramento da competição com o amadurecimento do Google Chrome e com os esforços da Microsoft para manter o IE na liderança do setor.

Fonte: Revista Info

Estudo diz que Tecnologia não Isola as Pessoas

Uso da internet e dos celulares está na verdade associado a redes sociais maiores e mais diversificadas.

NOVA YORK - Ao contrário da crença popular, a internet e os celulares não estão isolando as pessoas, mas reforçando suas vidas sociais, de acordo com uma pesquisa americana.

A pesquisa foi motivada por um estudo publicado por sociólogos dos Estados Unidos em 2006, segundo o qual a tecnologia estava reforçando uma tendência vista desde 1985, a de um maior isolamento social para os americanos, com redução de redes sociais e da diversidade de seus contatos.

Mas o estudo conduzido pelo Pew Internet and American Life Project, intitulado "Isolamento Social e a Nova Tecnologia", constatou que o uso da internet e dos celulares pelas pessoas está na verdade associado a redes sociais maiores e mais diversificadas.

"Quando examinamos a rede social completa de uma pessoa, o uso da internet em geral e de serviços de redes sociais como o Facebook, em particular, está associado a redes sociais mais diversificadas", afirmaram os pesquisadores.

"Nossas principais constatações contrariam pesquisas anteriores e medos muito difundidos sobre o impacto social adverso da nova tecnologia", acrescentaram.

A pesquisa telefônica conduzida com 2.512 adultos pela Princeton Survey Research International, em julho e agosto deste ano, constatou que, de 1985 para cá, as dimensões do isolamento social não se alteraram muito.

O estudo constatou que 6% dos adultos não têm alguém com quem possam discutir assuntos importantes, mas esse número praticamente não mudou, de 1985 para cá.

A pesquisa constatou, porém, que as "redes de discussão" das pessoas se reduziram em cerca de um terço nos últimos 25 anos, e se tornaram menos diversificadas, porque contêm menos pessoas de fora da família.

Mas as pessoas que usam celulares e participam de diversas atividades na internet estão associadas a redes de discussão primárias maiores e mais diversificadas.

As redes de discussão médias são 12% maiores entre os usuários de celulares, 9% maiores entre as pessoas que trocam fotos online e 9% maiores para aqueles que usam serviços de mensagens instantâneas.

A diversidade é 25% maior para os usuários de celulares, 15% o maior para os usuários básicos de internet e ainda maior para os usuários frequentes da internet.

Fonte: Revista Info - Reuters

Web Popular pode Virar Fiasco

SÃO PAULO - O decreto paulista que criou o programa de banda larga popular baseado na isenção de ICMS pode não sair do papel após as principais empresas de telefonia que atuam no Estado manifestarem restrições ao decreto.

No mesmo dia em que anunciou o programa, em 15 de outubro, o governador José Serra (PSDB) apresentou a Telefônica como principal parceira para comercializar o serviço. A tele de origem espanhola divulgou que venderia Speedy de 200 Kbps por R$ 29,80 em São Paulo.

Semanas depois, no entanto, a Telefônica apresentou uma importante restrição: para ter acesso ao produto é preciso antes assinar uma linha fixa da companhia. Se optar por uma assinatura comum, o usuário terá uma taxa básica para pagar todo mês no valor R$ 40 (além dos R$ 29,90 do Speedy), o que mina a intenção do governo de criar um plano “popular”.

De acordo com Fábio Cunha, coordenador de comunicação da Secretaria Estadual da Fazenda, o governo descarta dar isenção fiscal à Telefônica caso ela insista em exigir a contratação de telefone fixo.

“O decreto é muito claro e não há dúvidas sobre isso. A isenção do ICMS é condicionada a não cobrar pelo modem, não cobrar taxa de instalação e não vincular a banda larga a outros serviços. Qualquer empresa que não cumpra essas regras, não terá o benefício fiscal”, afirma Cunha.

Já a Telefônica insiste que sua tecnologia exige que o consumidor tenha uma linha fixa. “A empresa tem a intenção de iniciar as vendas do produto popular e oferecer um serviço atrativo aos cerca de 1,3 milhão de clientes que hoje acessam a internet por meio de acesso discado”, diz a companhia em nota. “Se não cumprir os requisitos do decreto, terá que recolher os 25% de ICMS”, rebate Cunha.

Com presença em mais de 400 municípios no Estado, a Telefônica é um parceiro fundamental para o programa decolar. Além dela, nenhuma outra empresa anunciou adesão ao programa.

Durante encontro para apresentar resultados financeiros, o presidente da NET, José Felix, disse que sua companhia apresentará um programa popular até o final deste ano.

Felix alertou, no entanto, para o fato da NET já comercializar um produto por R$ 39,90, recolhendo ICMS. O produto inclui cabo para TV aberta, NET fone e Vírtua de 100 Kbps. Mesmo com um produto que leve apenas o Vírtua por R$ 29,90, a NET tem penetração muito menor que a Telefônica e opera em apenas cerca de 60 municípios no Estado.

As empresas que poderiam massificar o acesso à banda larga popular, então, seriam as teles móveis. TIM, Vivo e Claro, no entanto, manifestaram preocupação com os custos que este serviço terá. Para o presidente da Vivo, Roberto Lima, o impedimento é a exigência de cessão gratuita do modem 3G. Para Lima, o custo do modem é um dificultador para que as teles ofereçam banda larga.

A TIM avaliou que o programa, do jeito que está formatado desperta pouco interesse econômico das teles. O presidente da Claro, João Cox, pediu a ampliação da isenção fiscal para que o produto se torne viável. Cox pede o fim do Fistel, imposto que financia a fiscalização das teles.

Na avaliação do pesquisador do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Diogo Moisés, o programa tem uma limitação mais grave: a pouca largura da banda oferecida. “Nós sabemos que os aplicativos online estão exigindo cada vez mais banda e uma conexão de 200 Kbps não pode ser considerada suficiente para navegar na web”, diz Moisés.

Para o pesquisador, tanto o governo paulista quanto a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) devem pensar estratégias para universalizar o acesso à banda larga no Brasil. “Este é um decreto que visa massificar a banda larga, que é o mesmo termo usado pela Anatel. Nós defendemos a mudança de paradigma. Banda larga deve ser universal e não para ´muitas pessoas´”, afirma Moisés.

Já o presidente da AET (Associação dos Engenheiros em Telecomunicações), Ruy Bottesi, classificou o decreto como uma medida demagógica.

“O governo paulista deveria pressionar as teles para oferecer serviços de qualidade e por preços adequados e não criar planos demagógicos para ajudar algumas teles a ganhar dinheiro com isenção fiscal. Quando alguém tem isenção, toda sociedade paga”.

Fonte: Revista Info

Varejistas Online Iniciam Guerra de Preços

Home do Wal-Mart: companhia vem reduzindo custos e aproveitando a economia para fazer ofertas aos seus consumidores.

NOVA YORK - O Wal-Mart está se preparando para o Natal, fazendo ofertas para encomendas de DVDs que vão estrear, após no mês passado reduzir o preço de diversos e-books.

A iniciativa levou concorrentes como a Amazon.com e a Target Corp a também diminuírem os preços de alguns DVDs que ainda não chegaram ao mercado. O Wal-Mart então barateou ainda mais os produtos.

A maior varejista do mundo havia afirmado que cobraria 10 dólares por DVDs ansiosamente aguardados como o "Star Trek" e o "Harry Potter and the Blood Prince".

Mas quando a Amazon.com colocou o preço de alguns DVDs a 9,99 dólares, o Wal-Mart decidiu vendê-los por 9,98 dólares.

A companhia, que faturou mais de 400 bilhões de dólares no ano passado, já estava em uma guerra de preços de e-books com a Target e a Amazon.com.

O Wal-Mart vem reduzindo custos e aproveitando a economia para fazer ofertas aos seus consumidores e estimular o aumento das vendas.

Fonte: Revista Info - Associated Press