sábado, 11 de junho de 2011

IBM Anuncia Circuito Integrado de Grafeno

A estrutura do grafeno
São Paulo – A IBM anunciou na edição de ontem da Science a fabricação de circuitos integrados a base de grafeno em um único chip. O chamado “misturador” de frequências de rádio é capaz de produzir frequências de até 10 GHz.

O feito inédito abre portas para novas tecnologias, de celulares a uso militar, e demonstra que é possível superar os problemas de adesão que impediam o uso do grafeno.

Com propriedades ópticas, elétricas, mecânicas e térmicas excepcionais, o grafeno é o material mais fino e forte que se conhece. Ele foi produzido pela primeira vez em 2004 e, no ano passado, ganhou o Prêmio Nobel de química. Sua estrutura consiste de blocos de carbono com a espessura de apenas um átomo, colocados em forma de favos de mel.

Embora transistores do material já tivessem sido criados, essa nova tecnologia é um grande passo além: ela une esses transistores a outros eletrônicos em um único chip, criando assim um circuito integrado funcional.

A dificuldade estava em ligá-lo a outros componentes metálicos, que não aderiam muito bem ao grafeno. Além disso, o material pode ser facilmente danificado pelos semicondutores.

O problema foi resolvido protegendo o grafeno com um polímero e, ao mesmo tempo, o cobrindo com um material sensível a litografia de elétrons – uma técnica que permitiu que o material fosse retirado em pontos estratégicos. O primeiro passo foi criar um filme de grafeno de duas ou três camadas sobre uma superfície de silício que, posteriormente, foi aquecida a 1400º C.

Os transistores foram integrados a essa placa, e então veio a cobertura protetora. O excesso de grafeno foi então removido e o trabalho final limpo com acetona. O resultado final é o circuito integrado de menos de 1mm2 de área.

Uma vez que um dos patrocinados do projeto é a DARPA, a agência do departamento de defesa dos EStados Unidos, é provável que o chip possa ser usado para projetos militares – como novas frequencias e formas de comunicação.


Fonte: Info Online

Australiano Constrói Moto Voadora

Nos testes, a moto fica amarrada para evitar imprevistos

São Paulo – Sonho de consumo de 9 em cada dez garotos fanáticos por veículos em alta velocidade, a moto voadora pode chegar muito em breve a um concessionária.

Pelo menos, é o que espera o australiano Chris Malloy, que alega ter passado os últimos dois anos e meio desenvolvendo a chamada Hover Bike; agora, pede ajudar para finalizar o projeto.

O veículo funciona com os comandos de uma moto convencional; já passou por alguns testes de decolagem e foi bem sucedida carregando 130 kg de peso extra; de acordo com os cálculos, ela poderá chegar a 277 km/h e subir a mais de 3 mil metros.

O protótipo construído pesa 105 kg e tem três metros de comprimento, 1,3 m de largura e 0,55 metros de altura; ela possui um tanque de 30 litros, suficiente para uma hora de voo a exatos 148 km/h. Há, ainda, a possibilidade de adicionar mais um tanque de combustível de mesmo tamanho. Seu peso máximo para decolar, contato passageiro e tanque de combustível, é de 270 kg. Ele teria ainda um sistema de paraquedas para o caso de pane.

Embora tenha disponibilizado muitas fotos, o australiano não postou ainda um vídeo da nave em voos de teste. Segundo ele, as fotos mostram a nave amarrada na hora do voo para evitar possíveis danos – uma vez que a moto é um protótipo único e não foi 100% testada.

Malloy está pedindo ajuda para finalizar o projeto. A Hoverbike está sendo construída “em sua garagem” com uma verba pessoal de no máximo US$300 por semana; ele montou uma página para arrecadar doações e, até agora, conseguiu US$67 mil do total de mais de um milhão de dólares necessários. Um protótipo da moto será sorteado entre aqueles que doarem.

Além de contribuição financeira, o australiano aceita também ajuda de engenheiros, designers ou qualquer um com experiência em áreas que possam ser úteis ao projeto.

Se for verdadeiro, o projeto tem tudo para atrair muito compradores interessados – mesmo com o preço estimado de US$45 mil para a compra.

Fonte: Info Online

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Empresa Lança Tela Semitransparente

A fabricante japonesa TDK, famosa pelas fitas cassete, anunciou o desenvolvimento de uma tela de matriz passiva QVGA orgânica semitransparente que pode ser usada em dispositivos móveis como celulares e tablets. A empresa afirma que o produto deve estar disponível no segundo semestre.

A tela orgânica EL é formada por materiais que emitem luz ao receber uma descarga elétrica. O brilho forte, ângulo de visão amplo, tempo de resposta rápido e outras características, segundo a TDK, não fazem com que a tela canse os olhos dos usuários.

Por enquanto, a tela ainda é pequena (36 x 48 milímetros, aproximadamente) e tem resolução de 240 x 320 pixels.

Fonte: Tecnologia e Games

Conceito de Chip Comestível Pode Ajudar Controlar o que Comemos

Chips baseados em RFID (identificação por radiofrequência) são usados para rastreamento e detecção de vários produtos mas, dessa vez, um coletivo chamado HannesRemote criou o conceito NutriSmart de chips RFID comestíveis. Quando inserido nos alimentos, os chips são capazes de exibir não só a tabela nutricional, mas também outros dados da comida como a origem das matérias-primas e elementos que causam possíveis alergias.

Com a ajuda de um software, seria possível acessar os dados captados pelo leitor, que constam dentro do RFID. No vídeo abaixo, o leitor está acoplado a um prato onde as refeições são dispostas, e o software mostra a taxa de gordura e porcentagem de cada ingrediente presente no alimento.

De qualquer forma, por ser um conceito, pode ser que não vejamos chips comestíveis tão cedo...
Fonte: Olhar Digital

Conceito de Tablet Ecológico Dispensa Carregador Externo

O conceito de tablet ecológico Ecopad dispensa qualquer tipo de carregador externo. O segredo por trás do dispositivo é uso de nanofilmes com piezeletricidade, ou seja, capaz de gerar correntes elétricas a partir de uma pressão mecânica, recolhendo e armazenando a energia de cada toque do usuário na tela do tablet.

O dispositivo, criado pelos designers Jun-se Kim, Yonggu Do e Eunha Seopode, contém quatro camadas: painel LCD de 10 polegadas, nanofilmes, bateria e outros componentes importantes. O conceito pode ser baseado tanto em Android Honeycomb ou Chrome OS.

Por se tratar de um conceito, ainda não se sabe se alguma fabricantes vai apostar nessas ideias para a construção de futuros tablets.
Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Combustão ao Contrário Revoluciona Energia

Para pesquisadora, Sol será nossa maior fonte de energia no futuro

SÃO PAULO - A tecnologia de baterias poderá passar por uma revolução no futuro, mas, enquanto isso não acontecer, os combustíveis líquidos permanecerão como a forma de energia mais concentrada e eficiente disponível para suprir as necessidades da humanidade.

Utilizar a energia do sol para transformar os resíduos da combustão em insumos para a fabricação de novos combustíveis líquidos é o objetivo das pesquisas de um grupo de cientistas dos Estados Unidos, com coordenação de Nancy Jackson, presidente da Sociedade Norte-Americana de Química (ACS, na sigla em inglês).

Formada na Universidade George Washington em 1979 – ano em que ingressou na ACS –, Jackson concluiu seu doutorado na Universidade do Texas, em Austin, em 1990. Atualmente, é gerente do Departamento de Redução de Ameaças do Centro de Segurança Global dos Laboratórios Nacionais Sandia.

A equipe de seu laboratório já está trabalhando na engenharia do reator capaz de utilizar a energia solar para transformar o dióxido de carbono – produto da queima de combustíveis como gasolina e etanol – em monóxido de carbono, que pode ser utilizado na produção de combustíveis. A reação, portanto, corresponde exatamente ao inverso da combustão.

Agência FAPESP – Por que investir em pesquisas voltadas para a produção de combustíveis líquidos?

Nancy Jackson – Os combustíveis líquidos são muito importantes por várias razões. Uma delas é que, levando em consideração o peso e o volume, há uma energia muito concentrada nesse tipo de combustível. Eles são muito melhores que baterias, que são muito pesadas. Os combustíveis líquidos são leves e densos em termos energéticos. Essa capacidade de armazenar energia explica em parte por que os combustíveis líquidos são uma boa alternativa.

Agência FAPESP – A densidade energética dos líquidos, então, é insuperável?

Nancy Jackson – Sim, pelo menos até o dia em que houver um salto tecnológico revolucionário no desenvolvimento de baterias. Outro fator que torna os combustíveis líquidos muito importantes é a facilidade de transporte. É muito fácil transportar líquidos, porque eles podem fluir e ser bombeados em canos por muitos quilômetros, sem precisar de veículo algum. Eles permitem utilizar a infraestrutura instalada e as tecnologias existentes.

Agência FAPESP – Infraestrutura de transporte?

Nancy Jackson – Sim, podemos aproveitar a infraestrutura já pronta para transportar os combustíveis e utilizá-los em todo tipo de necessidade energética. E, em relação à tecnologia, refiro-me aos motores. Temos motores muito eficientes para o uso de combustíveis líquidos. O problema é que não podemos depender do petróleo para sempre, porque ele vai acabar, ou se tornar muito caro ou impraticável para explorar. Por isso estamos trabalhando no projeto Sunshine to petrol.

Agência FAPESP – Qual é o objetivo do projeto?

Nancy Jackson – Estamos tentando utilizar o dióxido de carbono e submetê-lo ao calor do sol concentrado para atingir temperaturas realmente altas. Com isso queremos transformar dióxido de carbono em monóxido de carbono, retirando um átomo de oxigênio da molécula.

Agência FAPESP – Como isso é feito?

Nancy Jackson – Desenvolvemos um reator, com um disco de mais de quatro metros de diâmetro, que capta a luz solar e utiliza seu calor para provocar a reação. O dióxido de carbono é uma molécula muito estável, por assim dizer, muito “preguiçosa”. É difícil fazê-la mudar. É preciso gastar uma grande quantidade de energia para reagir com o que quer que seja. É por isso que estamos tentando usar o sol para alterá-la, para fazer então um combustível líquido. O processo inclui uma série de outras reações muito bem conhecidas e compreendidas. Mas o verdadeiro segredo, o que realmente estamos fazendo de novo, é transformar o dióxido de carbono em monóxido de carbono.

Agência FAPESP – Isso é a combustão reversa?

Nancy Jackson – Sim. Quando usamos combustíveis em nossos carros, o monóxido de carbono é queimado e transformado em dióxido. Estamos fazendo o oposto, como se fosse uma combustão reversa. É uma estratégia de reciclagem. A ideia é poder reciclar o dióxido de carbono várias e várias vezes, produzindo combustíveis a partir do resíduo dos combustíveis.

Agência FAPESP – Só os combustíveis líquidos poderão gerar o dióxido de carbono para ser utilizado no reator?

Nancy Jackson – De modo algum. Nos Estados Unidos, temos a maior parte da energia elétrica baseada em carvão. Queimando carvão, temos uma quantidade gigantesca de dióxido de carbono. Achamos que podemos utilizar o dióxido de carbono que sai das chaminés, transformando-o em combustíveis líquidos. Também temos muito dióxido de carbono quando fermentamos a cana-de-açúcar para fazer etanol. Para cada molécula de etanol, é produzida também uma molécula de dióxido de carbono.

Agência FAPESP – Seria então uma estratégia ideal para ser utilizada em combinação com várias alternativas energéticas?

Nancy Jackson – Isso mesmo. O método seria empregado em conjunto com o uso de etanol de cana-de-açúcar, carvão, gás natural, plantas e assim por diante. Quando se queima tudo isso, é gerado o dióxido de carbono. Há outros grupos de pesquisa que estão aprendendo como separar o dióxido de carbono a partir do ar. É o que as plantas fazem: usam o dióxido de carbono do ar para crescer. Então há diferentes maneiras para conseguir o dióxido de carbono. Essas tecnologias já existem.

Agência FAPESP – Qual será o aspecto desse novo combustível líquido?

Nancy Jackson – Vai ser como o diesel, ou o etanol. Não muito diferente do que temos agora, mas o processo de obtenção é que será muito diferente.

Agência FAPESP – Quanto tempo essa tecnologia levará ainda para ser implementada?

Nancy Jackson – Provavelmente precisaremos de mais uns quatro anos de desenvolvimento de engenharia. Em seguida, entrará o período necessário para o desenvolvimento e o processamento em escala. Estamos falando em algo como sete ou oito anos.

Agência FAPESP – O conceito já está desenvolvido e o que falta é a engenharia e o escalonamento?

Nancy Jackson – Sim. Há ainda muitos desafios, porque a temperatura de que precisamos para mudar o dióxido de carbono, que é tão estável, é tão alta que isso torna difícil a tarefa de definir materiais. Muitos deles não aguentam altas temperaturas e, se esquentamos e esfriamos sucessivamente, a maior parte dos materiais tende a não resistir. Há muitos desafios. O primeiro passo é o mais difícil. E é isso que estamos fazendo agora.


Fonte: Agência Fapesp/Info Online

sábado, 28 de maio de 2011

Gel Dá Falso Positivo em Teste de Álcool

SÃO PAULO- Usar desinfetantes de mão como álcool-gel pode fazer com que alguns tipos de exame acusem falsos positivos para a ingestão de álcool.

Esta foi a conclusão de um Estudo da Universidade da Flórida publicado no Journal of Analytical Toxicology.

Os resultados são relacionados ao uso muito freqüentes desses produtos – e não ocasional. Além disso, os pesquisadores encontraram problemas somente nos exames de urina que acusam a ingestão de álcool – ou seja, se você for parado no bafômetro depois de usar álcool-gel, não há motivo para se preocupar.

Os resultados são importantes para pessoas que precisam higienizar as mãos com freqüência, como médicos, enfermeiras e outros profissionais de saúde.

Testes do bafômetro e de sangue são os mais comuns para medir a ingestão de álcool, porém eles só detectam o que a pessoa bebeu recentemente. Outro tipo de teste, chamado EtG, pode medir o nível de substâncias deixadas depois que o álcool é metabolizado, detectando o uso durante um longo período. Foi justamente este o teste estudado.

Onze pessoas, sem histórico de uso de álcool, foram selecionadas para testar com que frequência o uso de álcool-gel afetava seus exames. Elas usaram o produto a cada 5 minutos, durante 10 horas, por três dias seguidos – uma quantidade similar ao que as enfermeiras usam, segundo os pesquisados. A urina dos voluntários foi testada no final e começo do dia, e o resultado foi um falso positivo para dez dos 11 participantes.

No entanto, os pesquisadores encontraram também uma possível maneira de diferenciar a ingestão de álcool ao uso de álcool-gel: uma substância específica (ethyl sulfate) estava em níveis bem mais baixos naqueles que usavam o desinfetante. Eles acreditam que ela possa ser usada em exames para poupar os constrangimentos de uma falsa acusação de ingestão de álcool.

Fonte: Info Online

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mesa de Trabalho Revela Pefil de seu Dono

Local organizado pelo profissional pode revelar aspectos interessantes sobre seu perfil e detalhes indesejáveis
SÃO PAULO - Para quem passa muito tempo no trabalho, a mesa pode se tornar uma segunda sala de estar: fotos, objetos decorativos, plantas, livros e até bonbonnières com guloseimas. Com uma rápida olhada ao canto do colega ao lado, fica fácil saber mais sobre ele. A mesa de trabalho pode revelar muito do dono - inclusive o que ele não deseja.

A consultora de imagem corporativa Renata Mello diz que é natural o desejo de criar uma atmosfera de conforto no ambiente profissional, sobretudo quando se passa muito tempo nele. Num local competitivo, no entanto, o excesso de personalização pode imprimir uma imagem distorcida.

Na medida certa, brinquedinhos e objetos com referências ao universo infantil podem passar a ideia de criatividade; em exagero, acusam infantilidade. "Trabalho não é lugar de expor intimidade", explica Renata. "A etiqueta da mesa de trabalho vale muito em profissões formais, e salas e baias que são compartilhadas", completa.

Bagunça organizada? - Uma mesa cheia de papeis e livros não é, necessariamente, desorganizada. "Tudo depende do perfil de trabalho", diz a home organizer Ingrid Lisboa. "Mas volume de trabalho também não é sinônimo de bagunça", pondera.

Ingrid recomenda ter em cima da mesa somente as ferramentas essenciais para a rotina diária. "O que não é de uso imediato, descarte ou arquive em pastas", aconselha.

Cíntia Covre, especialista em organização da Otimiza Design, acrescenta que não adianta retirar tudo de cima da mesa e entulhar em gavetas. "O importante é saber onde estão as coisas", diz. Para quem não consegue evitar excesso de material sobre a mesa, a especialista sugere o uso de acessórios funcionais. "Um porta-canetas, um porta-trecos e uma pasta de arquivos, por exemplo, são essenciais e decoram."

Cuidado com o que sua mesa diz de você

- Pilhas de papeis e livros espalhados: demonstra desleixo e falta de habilidade com organização. DICA: Evite empilhar coisas. Organize seus papeis em pastas;

- Bichinhos, elementos infantis e muitas plantas: personalidade sensível, que pode ser confundida com imaturidade; alguém que não está preparado para uma promoção, por exemplo. DICA: escolha apenas um objeto;

- Porta-retratos com fotos pessoais, inclusive de turmas em baladas. Demonstra exibicionismo, alguém que só pensa em diversão. DICA: Seja discreto. Prefira fotos da família e dos colegas;

- Mesa vazia: O pessoal da limpeza agradece, mas demonstra que você não tem vínculos profundos, não vai permanecer muito no emprego ou está sempre em férias;

Fonte: Agência Estado/Info Online

Carros Serão Amigos de Motoristas

TÓQUIO - A Toyota e a empresa de computação em nuvem Salesforce.com irão desenvolver um serviço de redes sociais que permitirá aos motoristas se tornarem "amigos" de seus carros e receberem lembretes sobre manutenção do carro e outros avisos.

O acordo marca a segunda parceria entre a maior montadora do mundo e uma empresa de software em meses. A Toyota e a Microsoft anunciaram planos no mês passado de levar serviços conectados à Internet aos carros da Toyota.

"Serviços de redes sociais estão transformando a interação entre pessoas e as formas de comunicação", afirmou o presidente da Toyota, Akio Toyoda, em uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente-executivo da Salesforce.com, Marc Benioff, nesta segunda-feira.

"Os automóveis precisam evoluir alinhados com essa transformação", disse Toyoda.

Com a nova rede social, chamada "Toyota Friend", os proprietários dos veículos poderão "conversar" com seus Toyotas como se falassem com um amigo no Twitter ou no Facebook.

O carro teria seu próprio "perfil" e poderia enviar uma mensagem para o telefone do motorista, por exemplo, lembrando que ele deve carregar a bateria do veículo.

O serviço seria uma extensão da rede da Toyota baseada na plataforma Azure de computação em nuvem, que dá a clientes acesso à rede digital de serviços da Toyota como GPS e multimídia.

O serviço será oferecido primeiramente no Japão com os primeiros carros elétricos movidos a bateria e os híbridos dotados de plugue para carregamento, a serem lançados no ano que vem, afirmou a Toyota.

Fonte: Reuters/Info Online

Telefone Imaginário Funciona com Gestos

SÃO PAULO – Você está lendo na cama quando se lembra de ligar o alarme do telefone celular. Tudo o que precisa fazer é abrir a palma da mão e gesticular como se estivesse com o aparelho na sua frente – e pronto!

Esse processo pode demorar um pouco para ser realidade na sua casa, mas já é possível no Instituto Hasso Plattner, na Alemanha.

Batizado de Imaginary Phone, ele foi projetado por Sean Gustafson, Christian Holz e Patrick Baudisch e faz parte de um projeto maior, chamado Interfaces Imaginárias.

Com ele, é possível controlar aparelhos móveis sem tirá-los do bolso: basta fazer a mímica dos gestos e interagir com a palma da mão.

Os movimentos são rastreados com uma câmera que percebe a profundidade, similar à utilizada no Kinect, que envia os comandos ao aparelho. O usuário fica com a câmera presa em si, como nos óculos, por exemplo.

No vídeo abaixo, que demonstra os estudos realizados até agora, o aparelho usado foi um iPhone. Há, claro, limitações: você deve saber repetir os gestos que realiza no telefone normalmente, já que não há uma tela ou projeção na palma da sua mão, e também não consegue usar nenhum comando de voz ou ligar.

Os pesquisadores acreditam que, neste estágio, o sistema pode ser útil para as pequenas interações diárias realizadas em um smartphone, como programar um alarme. Mas a pesquisa tem como finalidade abrir caminho para sistemas mais sofisticados.

Fonte: Info Online

Rede Elétrica Inteligente Poupará US$ 2 tri

NOVA YORK - A modernização planejada para a rede nacional de energia dos Estados Unidos pode custar até 476 bilhões de dólares em 20 anos, mas oferecerá 2 trilhões de dólares em benefícios aos consumidores ao longo do período, de acordo com especialistas setoriais.

A rede elétrica dita "inteligente" economizará energia, reduzirá custos e propiciará maior confiabilidade ao distribuir eletricidade dos fornecedores aos consumidores com ajuda de comunicação de dados bidirecional que permitirá o controle de eletrodomésticos, o carregamento de veículos elétricos e o uso de fluxos de energia de fontes renováveis nos lares dos usuários.

"A implementação da rede inteligente é um processo contínuo. À medida que novas tecnologias sejam desenvolvidas e ganhem em custo/benefício, poderão ser usadas para encontrar a forma mais efetiva de equiparar oferta e procura", disse Matt Wakefield, gerente do programa de redes elétricas inteligentes do Electric Power Research Institute (EPRI), em entrevista coletiva.

Para tornar o sistema elétrico do futuro uma realidade, o EPRI, uma organização sem fins lucrativos para a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia elétrica, afirmou que as empresas de energia precisam investir entre 17 bilhões e 24 bilhões de dólares ao ano ao longo das duas próximas décadas. Boa parte desse custo será repassado ao consumidor.

"Precisamos informar aos usuários de energia que o sistema elétrico será melhorado e resultará em custos menores, mesmo que não encontrem queda imediata em suas contas de luz", disse Clark Gellings, pesquisador do EPRI.

Por volta de 2050, o EPRI estimou que a conta de luz média provavelmente subirá 50 por cento, caso a rede inteligente seja adotada. Em caso contrário, a conta média pode subir em quase 400 por cento.

Algumas das maiores empresas mundiais de tecnologia estão concorrendo para fornecer infraestrutura às redes elétricas inteligentes, entre as quais IBM, General Electric, ABB, Siemens, Google, Toshiba, Cisco e Microsoft.

Na semana passada, a multinacional japonesa Toshiba fechou acordo para adquirir o grupo suíço de redes elétricas inteligentes Landis+Gyr por 2,3 bilhões de dólares.

Além das próprias gigantes da tecnologia, todos os tipos de empresas nas indústrias de energia, eletrodomésticos e automotiva poderão usar a rede inteligente para interagir com os consumidores.

A rede de distribuição dos Estados Unidos não foi projetada para atender às necessidades de um mercado elétrico reestruturado, demandas cada vez maiores de uma sociedade digital ou para o uso crescente de produção de energia renovável.

A rede elétrica norte-americana atualmente consiste basicamente por grandes usinas geradoras de energia térmica a carvão e a gás e nuclear conectadas a redes locais de distribuição de alta voltagem.

Os EUA conseguem cerca de 46 por cento de sua energia do carvão, 21 por cento de gás natural e 20 por cento de usinas nucleares. Usinas de geração renovável como eólicas e solares geram menos de 5 por cento do total, segundo dados do governo federal.

Fonte: Reuters/Info Online

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Escolas Começam a Investir em Lousas Digitais

A geometria ganha fãs quando é possível ver polígonos em duas ou três dimensões durante a aula. Fica mais fácil entender geografia quando basta um clique para perceber a distância entre o Brasil e o Japão. Longe do giz e do apagador, professores têm utilizado a tecnologia como aliada para garantir a atenção dos alunos dentro da sala de aula.

Escolas particulares e da rede pública de todo o país têm investido na compra de lousas digitais com tela touch screen que custam, em média, R$ 8 mil cada, de acordo com Ruy Mendes, gerente da Smart Technologies, fabricante das lousas digitais.

No Dante Alighieri há lousas digitais nas 115 salas. Os alunos da educação infantil até o primeiro ano do ensino médio têm acesso ao equipamento. O corpo docente recebeu treinamento para manusear as lousas que são utilizadas de acordo com o projeto pedagógico da série.

Na sala do 5º ano do ensino fundamental, sob o comando da professora Eloa Azzena Parada, a aula virou diversão. “Ficou bem mais fácil aprender. Adoro ver os mapas, dá para ver o mundo todo. Toda aula a gente pede um vídeo para ficar mais divertido”, afirma Miguel Bodgan Leão Biuno, de 9 anos.

A lousa interativa tornou-se uma grande parceira de Eloa que procura rechear as aulas com vídeos sobre atualidades e telejornais. “As crianças são muito visuais e a lousa permite interação. Elas são completamente estimuladas pela imagem. Quando mostro uma atividade na lousa, após explicar uma matéria, eles dizem ‘agora eu entendi'", conta a professora.

A lousa pode projetar imagens, textos, reproduzir arquivos em power point, vídeos, jogos interativos e, ainda, ligada a netbooks que são utilizados pelas crianças. Cabe ao professor criar os conteúdos.

“É possível trabalhar todas as disciplinas. Depende da criatividade do professor, mas a lousa tem de estar estruturada em uma sequência didática”, afirma Eloa.

Rede municipal
Em Campo Limpo Paulista, a lousa foi implantada em todas as escolas do ciclo fundamental 2 (do 5º ao 9º ano) do município. No total são seis. Elas estão em 43 salas de aulas e são utilizadas por cerca de 2.800 alunos.

Na escola municipal Vila Thomazina, no centro da cidade, depois da chegada dos equipamentos, até os índices de evasão caíram. “Há muita participação, os alunos não faltam. Quando queima uma lâmpada (de uma peça da lousa) eles vão correndo avisar na diretoria”, diz Denise Jampaulo, diretora da escola.

A professora de informática Suzi Bertini Aparecida diz que se não fosse a lousa, ela não conseguiria ensinar. "É muito útil e eu sinto que eles já estão habituados. Não teria como dar aulas de informática sem a lousa digital. É mais fácil trabalhar a parte lúdica e a possibilidade que ela oferece é grande, principalmente quando há a interação. Além do mais, acabou a alergia e o pó na mão por causa do giz", brinca Suzi.

Matheus Sales de Tomin, de 13 anos, alunos do 7º ano, aprova o equipamento. "Fazer as atividades na lousa é bem melhor, dá para aprender mais e fica divertido. Utilizamos ela em quase todas as matérias."

A intenção da Prefeitura de Campo Limpo Paulista é instalar as lousas em todas as salas do primeiro ciclo do ensino fundamental, do 1º ao 4º ano, ainda neste primeiro semestre do ano. Para isso, a Prefeitura vai precisar adquirir pelo menos mais 100 unidades do equipamento.

Fonte: Tecnologia e Games

domingo, 22 de maio de 2011

Energia Elétrica Gerada pelo Sangue

Um dos principais problemas de se implantar dispositivos eletrônicos no corpo como marca-passos, por exemplo, é a necessidade de instalar um aparelho novo com baterias novas de tempos em tempos. Mas uma pequena turbina desenvolvida por um grupo da Universidade de Berna, na Suíça, pode ser a solução para recarregar esse tipo de aparelho sem a necessidade de intervenções médicas.

A turbina minúscula utiliza a corrente sanguínea do paciente para girar e criar energia elétrica, da mesma maneira que uma minúscula usina hidrelétrica. De acordo com Alois Pfenniger, líder do projeto, a turbina se aproveita da pressão arterial para gerar cerca de 1 miliwatt. A quantidade pode não parecer grande, mas já é o suficiente para fazer cerca de 100 marca-passos funcionarem. Atualmente, o grupo está trabalhando para criar um design para a turbina que não atrapalhe de nenhuma maneira a circulação sanguínea, não favorecendo a formação de coágulos, por exemplo.
Fonte: Olhar Digital

Lâmpadas de Casa Poderão Ser Desligadas Por Rede Wi-Fi

Tentando tornar as casas mais ecológicas, uma companhia holandesa chamada NXP Greenchip criou uma tecnologia que conecta as lâmpadas a redes Wi-Fi.

Segundo o site Popgadget, o sistema permite que as pessoas desliguem suas luzes a partir de qualquer computador conectado na mesma rede.

Além da facilidade em desligar e ligar as luzes, a tecnologia ainda usa lâmpadas fluorescentes de LED, que são mais econômicas. Com isso, o consumo de energia será ainda menor.

De acordo com o site, as lâmpadas ainda não estão disponíveis para compra, mas a empresa não quer demorar para colocar a novidade no mercado.
Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 19 de maio de 2011

4 Alternativas às Sacolinhas de Supermercado

SÃO PAULO – Em menos de oito meses, as tradicionais sacolinhas plásticas de supermercados serão passado na cidade de São Paulo. O projeto de lei que proíbe a distribuição e venda dessas embalagens que levam até quatro décadas para se decompor já foi aprovado pela Câmara e em breve deve seguir para sanção do prefeito Gilberto Kassab.

Outras cidades brasileiras já adotaram essa prática. Na mineira Belo Horizonte, a proibição vigora desde março e na paulista Jundiaí uma ação conjunta das redes de supermercados em parceria com a prefeitura aboliu a sacolinha em agosto de 2010. A medida entretanto não representa uma sentença de morte para as embalagens plásticas.

Além das ecológicas ecobags, feitas de lona, algodão ou outro material resistente, é possível ainda optar por embalagens plásticas consideradas de menor impacto ambiental, que também podem ser usadas para embalar o lixo de casa. Confira a seguir quatro tipos de plásticos alternativos à sacolinha.

Oxibiodegrável – Ele é talvez o mais popular dos sacos alternativos, mas passa longe de ser o mais sustentável já que também é feito de derivado de petróleo. Ainda assim, as sacolinhas oxibiodegradáveis se decompõem mais rapidamente no solo do que o plástico convencional por trazerem em sua composição um aditivo que faz a degradação ocorrer em cerca de 18 meses. Para muitos, essa capacidade de “virar pó” mais rápido não diminui o impacto do plástico no meio ambiente, pois as substâncias nocivas continuariam presentes no solo.

Plástico verde – Também chamado de polietileno verde, esse plástico desenvolvido pela empresa brasileira de petroquímica Braskem é feito a partir da cana - de - açúcar, matéria-prima renovável. Essa inovação tecnológica, além de ajudar na absorção de CO2 da atmosfera no processo de produção, ainda reduz a dependência de fontes fósseis.

De milho – O plástico feito a partir de amido de milho tem a vantagem de ser biodegradável, ou seja, ele agride menos e se decompõe mais rápido na natureza do que os demais. Em apenas quatro ou seis meses, o chamado bioplástico é praticamente exterminado. E assim como o plástico verde, o de milho ajuda a diminuir a dependência de petróleo. Adotadas em Jundiaí, cada sacolinha de amido custa 19 centavos.

Reciclado - Você sabia que o conhecido saco de lixo preto é praticamente 100% reciclado? A vantagem é que ele dispensa recursos não renováveis na sua produção, que também consome menos energia do que se fossem feitos a partir de plástico virgem. No momento do descarte, entretanto, o problema é semelhante ao das sacolinhas de supermercado convencionais.
Fonte: Info Online