sábado, 31 de março de 2012
Australiano Inventa Moto Movida a Ar Comprimido
A moto tem capacidade de atingir velocidade de até 100 km/h. Ela roda em ar comprimido limpo por meio de uma tecnologia de motores desenvolvida localmente, que fornece uma plataforma sustentável. Portanto, ela traz benefícios no funcionamento da moto e para o meio ambiente.
Outro ponto de destaque está no peso da moto, que é bem menor quando comparada com as motocicletas convencionais. Isso acontece porque a O2 Pursuit não tem tanque de combustível, o que aumenta a habilidade e capacidade de manobra do piloto. Para suprir a falta do tanque, o veículo tem um compartimento que abriga um cilindro de ar comprimido.
O objetivo de Benstead é provar que é possível usar uma tecnologia como alternativa aos combustíveis fósseis e à eletricidade, medida necessária devido ao aumento do preço da gasolina, ao esgotamento do petróleo e pelo impacto ambiental gerado pelos combustíveis fósseis. Além de não poluir a atmosfera, a moto é silenciosa, o que diminui as taxas de poluição sonora dos grandes centros urbanos.
As estações de recarga são equipadas com compressores movidos a energia solar ou qualquer outra fonte de energia renovável. Dessa forma, é desenvolvido um círculo completo de criação e utilização de energia limpa.
A moto deverá ser fabricada com materiais reciclados, o que reduz o custo de operação. Ela poderá ser usada em cidades e estradas, inclusive as de terra. Porém, por ser apenas um protótipo, ainda não há um custo estimado para a comercialização.
Fonte: Info Online
quarta-feira, 21 de março de 2012
Israelenses Criam Tratamento de Água de Baixo Custo
Para isso, o sistema expõe a água poluída à luz ultravioleta dos raios solares para limpar e filtrar o abastecimento de água com auxílio de energias renováveis. Assim, ela fica adequada para o consumo.
Katko e Braun dizem que o dispositivo poderia ser usado em qualquer casa, por qualquer pessoa, se fosse comercializado. O tratamento de água israelense é modular, móvel e adequado para ser usado em locais com escassez de água potável, mas que tenham luz solar abundante durante boa parte do ano, já que depende dos raios solares.
Trata-se de um passo importante porque, atualmente, a maior parte da água de Israel é tratada em usinas de dessalinização. Se esse novo sistema for comercializado, fará com que os cidadãos consigam colher e tratar a própria água que consumir sem gastar muito dinheiro e com maior autonomia.
O projeto foi apresentado no Fórum Mundial da Água, que aconteceu França. Além disso, o sistema ganhou o Intel-Israel 15th Annual Young Scientists Competition. A competição ocorreu no Museu de Ciência Bloomfield de Jerusalém. Já a cerimônia de premiação foi feita no Knesset. Os dois estudantes vão receber uma bolsa de estudo universitária no valor de três mil dólares. Além disso, vão representar Israel na competição mundial em Pittsburgh, Pensilvânia, no final deste ano.
Fonte: Info Online
segunda-feira, 19 de março de 2012
Cientista Desenvolve Célula Solar Com Sobras de Folhas e Grama
Segundo o Extreme Tech, o elemento principal do processo é algo, de certa forma, óbvio. Mershin extraiu as moléculas fotossintéticas das plantas – parte responsável por transformar luz em energia – estabilizou esses elementos e os espalhou em um substrato de vidro. Assim, quando a luz atinge os painéis, os materiais presentes a absorvem, convertendo-a em eletricidade. Basicamente, foi uma troca da camada de silício das células normais pelas moléculas fotossintéticas naturais.
O cientista diz que, no futuro, será possível fazer uma mistura do novo material com produtos químicos, permitindo que se faça uma espécie de tinta que, espalhada sobre o teto ou pelas paredes de casas, pode gerar energia.
Por enquanto, as células têm apenas 0,1% de eficiência. Para se ter uma ideia, para se acender apenas um LED, seria necessária uma eficiência de 1% ou 2%. Porém, este é apenas o início para que novos cientistas possam aumentar a eficiência do produto. "Assim, poderemos nos tornar não apenas consumidores de eletricidade, mas produtores de eletricidade", diz.
Fonte: Olhar Digital
domingo, 18 de março de 2012
Extrato Vegetal Impede Avanço de Câncer de Pele
A molécula, batizada de 4-nerolidilcatecol (4-NC), foi testada em um modelo de pele artificial durante o doutorado de Carla Abdo Brohem, realizado no Departamento de Análises Clínicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP) com apoio da FAPESP.
A equipe já iniciou a etapa de testes em animais. Os resultados estão em artigo publicado na revista Pigment Cell & Melanoma Research.
Segundo Silvya Stuchi Maria-Engler, coordenadora do estudo, o melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e tem origem nas células produtoras de pigmentos, os melanócitos. Dados da literatura científica indicam que de 20% a 25% dos diagnosticados com a doença morrem.
“Se tratado na fase inicial, as chances de cura são altas. Mas quando ele se torna metastático o tempo de sobrevida é curto, em torno de oito meses, pois o tumor é muito resistente às drogas existentes. Medicamentos novos, portanto, são bem-vindos”, disse.
O composto 4-NC, encontrado no extrato da raiz da pariparoba, já havia demonstrado em estudos anteriores um potente efeito antioxidante, capaz de proteger a pele dos danos causados pela radiação solar. Essa outra pesquisa, também financiada pela FAPESP, foi coordenada pela professora Silvia Berlanga de Moraes Barros, da FCF-USP.
Em 2004, uma formulação em gel contendo extrato de raiz de pariparoba foi patenteada para uso cosmético para prevenção do câncer de pele.
Testes posteriores, em culturas de células tumorais, demonstraram que o 4-NC era capaz de induzir a morte celular. “Mesmo que ele não se prove eficaz contra o melanoma nas demais etapas da pesquisa, o composto tem diversas qualidades. Podemos avaliá-lo contra outros tipos de câncer”, disse Stuchi.
Agora, no modelo de pele em 3D, o 4-NC impediu que as células tumorais migrassem da epiderme para a derme. “A molécula já passou por exames de toxicidade em animais. Se também for aprovadas na avaliação de eficácia, poderá ser testada em humanos”, contou Berlanga.
Desdobramentos - A pele artificial usada no experimento é resultado do projeto "Geração de peles artificiais humanas e melanomas invasivos como plataforma para testes farmacológicos", coordenado por Stuchi e financiado pela FAPESP.
“A gente chama de artificial, mas se trata de pele humana reconstruída em laboratório”, explicou. Tudo começa com um fragmento de pele doado após cirurgia plástica, que a equipe recebe graças a parcerias com o Hospital Universitário e com o Hospital das Clínicas.
Os cientistas então isolam os constituintes básicos da pele – fibroblastos, queratinócitos e melanócitos – e os armazenam em um biobanco. “No momento em que precisamos testar uma nova molécula, remontamos esses elementos e construímos um tecido muito semelhante à pele humana”, contou Stuchi.
Além dos estudos com o 4-NC, a pesquisa tem outros desdobramentos. Em um deles, células do sistema imunológico estão sendo acrescentadas ao modelo de pele artificial, deixando-o ainda mais completo. “Dessa forma, além de testar a toxicidade e a eficácia de um novo composto, poderemos avaliar se ele tem potencial para causar alergia ou irritação”, explicou.
Em outra vertente, os pesquisadores simulam in vitro as condições de uma pele envelhecida.“Com o passar dos anos, resíduos de glicose se depositam sobre as proteínas, como por exemplo o colágeno. Isso desorganiza a matriz extracelular que compõe a camada dérmica da pele, causando rugas e flacidez”, disse Stuchi.
Esse problema, acrescentou, ocorre de forma mais evidente na pele de pacientes diabéticos e tornam mais difícil a cicatrização de feridas. O modelo de pele envelhecida, portanto, permitirá testar a ação de cosméticos antirugas e de medicamentos para a pele de diabéticos.
“Nosso objetivo, em longo prazo, é realizar transplante de pele para tratar feridas crônicas e queimaduras”, disse. A equipe da FCF-USP também está estudando o desenvolvimento do melanoma no modelo de pele envelhecida e no modelo de pele imunocompetente.
Fonte: Agência FAPESP/Info Online
quarta-feira, 14 de março de 2012
Teia de Aranha Poderá Ser Usada na Fabricação de Eletrônicos
O professor de engenharia mecânica e estudante de condutividade térmica, Xinwei Wang, encomendou 8 "aranhas-tecelãs-de-esfera-dourada" para realizar testes sobre a transferência de calor na seda, segundo o Mashable.
Com o experimento, descobriu-se que esse tipo de seda é melhor condutor que materiais comumente usados como silício, alumínio e aço puro. Outra vantagem da teia é que, diferente de outros materiais que perdem calor quando esticados, ela consegue aumentar ainda mais a temperatura.
"É muito supreendente porque a seda da aranha é um material orgânico", diz o professor Wang: "Para materiais orgânicos, a teia é o melhor já encontrado". Ele explica que só há alguns poucos materiais inorgânicos melhores que a teia, como a prata e o diamante, por exemplo.
Fonte: Olhar Digital
sábado, 10 de março de 2012
Costa Rica Ganha Projeto de Prédio Sustentável
Criado para ser a nova sede da ONG Fundecor (voltada para a preservação de florestas), em Puerto Viejo, na Costa Rica, o edifício ganhou formato circular. Dessa forma, a construção consegue passar a ideia de continuidade, regeneração, equilíbrio e centralidade. Evoca movimento e parece ser o lugar ideal para reuniões.
Assim, o prédio consegue preservar e oferecer uma boa condição de vida aos moradores, além de melhorar as condições de regeneração natural. Dessa forma, também é possível aproveitar a paisagem local em 360º.
O edifício é construído de uma forma específica para que a topografia do terreno fique intacta e reduza a necessidade de escavação. O ar flui pelo prédio e afasta a umidade do solo do prédio. Assim, dá para resfriar a construção. Algumas paredes do prédio podem ser abertas para aumentar a ventilação nos cômodos
Com relação a preservação do meio ambiente, o projeto inclui a introdução de vegetação nativa com o objetivo de promover a biodiversidade no local, bem como a melhora da qualidade ambiental. O MOOV também apoia a fauna local, com potencial para atrair pássaros, borboletas e insetos benéficos.
A combinação da ventilação com o sombreamento e as vegetações ambientes intensificam o efeito de resfriamento. Para completar, a água da chuva é recolhida para consumo e o lixo orgânico é reciclado como adubo biológico avançado. Depois, é usado como fertilizante do solo na floresta local.
Com o projeto de edifício passivo, o MOOV ganhou o segundo lugar da competição internacional de desenho ambiental “Simbiose na Paisagem Rural” para a nova sede da Fundecor.
Fonte: Info Online
sábado, 3 de março de 2012
Pesquisa Busca Produzir Enzimas Para Branqueamento de Celulose
Durante o processamento industrial da madeira, a xilanase é uma enzima que costuma ser utilizada para o branqueamento da celulose. A Verdartis Desenvolvimento Biotecnológico, situada no campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, desenvolve um sistema de engenharia de proteínas que otimiza o processo de produção de enzimas específicas, como a própria xilanase.
O projeto de pesquisa “Bioprocesso de produção de enzimas para biorrefinaria de biomassa: branqueamento de celulose”, aprovado na chamada de propostas PAPPE-PIPE III 2011, lançada pela FAPESP em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), pretende desenvolver tecnologia para a produção em larga escala de enzimas especializadas na catálise de determinados processos.
“Nós já produzimos enzimas de forma eficiente, mas falta fazer ajustes tecnológicos para poder fabricar em nível industrial”, disse Marcos Lorenzoni, sócio da Verdartis, à Agência FAPESP.
Richard John Ward, professor do Departamento de Química da USP de Ribeirão Preto, auxiliou na transferência de tecnologia do laboratório para a sede da Verdartis e presta consultoria à empresa. “Além da etapa experimental de biologia molecular, o projeto agrega tecnologias de bioprocesso de produção e de bioinformática”, disse Lorenzoni.
Para atingir escala industrial de produção, é preciso aumentar a quantidade de enzimas produzidas em um reator, o que, consequentemente, diminuirá o custo do processo.
“Atualmente, realizamos a fabricação da xilanase em fermentador de 10 litros e já conseguimos reduzir o custo da produção de bancada em 80 vezes, quando transferimos a tecnologia do laboratório para a empresa, considerando-se apenas o valor do meio de cultivo”, explicou Álvaro de Baptista Neto, da Verdartis, pesquisador responsável pelo projeto.
A redução inicial significativa no custo do processo, de acordo com Lorenzoni, está associada ao uso do software Artizima para a seleção das enzimas mais adequadas ao processo de branqueamento de celulose. O software foi desenvolvido com apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).
De acordo com Baptista, se não fosse pelo software, a seleção das melhores enzimas teria que ser feita a olho nu e manualmente. O processo empregado também utiliza robôs, que separam as enzimas de modo mais eficiente. “Antes dos robôs, demorávamos cerca de dois anos para produzir enzimas específicas. Com eles, o tempo foi reduzido para oito ou até mesmo seis meses”, disse.
O Artizima faz o gerenciamento de seleção das enzimas que, no caso do branqueamento de celulose, precisam se comportar bem em altas temperaturas e em níveis de acidez (pH) que variam muito – as duas principais variáveis do processo.
“Com base em um procedimento de evolução dirigida, o Artizima faz a mutação aleatória das enzimas, a simulação dinâmica molecular em diferentes temperaturas e nível de pH e, por fim, a seleção das melhores enzimas”, explicou Lorenzoni.
Evolução dirigida
Lorenzoni conta que a Verdartis busca desenvolver enzimas de acordo com as condições reais de pH e temperatura apresentadas por fábricas como as da Suzano Papel e Celulose, colaboradora da empresa.
“O processo de evolução dirigida permite melhorar cada vez mais a eficiência dessas enzimas. Em apenas quatro rodadas evolutivas, uma xilanase que funcionava a 55º C passou a responder a uma temperatura de 90º C, por exemplo”, disse.
“Com um cluster de 15 computadores [cuja aquisição para o projeto também teve apoio da FAPESP], levamos apenas um mês para chegar à mutação mais eficiente de enzimas especializadas no processo de branqueamento da celulose”, afirmou Lorenzoni.
“O software e os robôs são ferramentas que, além de nos auxiliar na procura de clones das enzimas, aumentam a possibilidade de esses clones serem mais especializados, capacitados e interessantes para o processo”, acrescentou Baptista.
Todo o procedimento desenvolvido pela Verdartis já reduz tempo e custo no processo, porém, ainda é preciso ajustá-lo para uma produção em larga escala – objetivo central do projeto aprovado pelo PAPPE-PIPE III.
A empresa, fundada em 2007, pretende patentear o processo de produção de enzimas baseado na evolução dirigida acelerada. “A Verdartis foi criada não somente para produzir enzimas, mas, principalmente, para desenvolver tecnologias para se chegar a enzimas industriais”, disse Lorenzoni.
“Resultados com fermentadores de até 10 litros já temos. Agora, queremos expandir para uma escala de 50, 100 e 500 litros. Se conseguirmos, teremos grandes chances de participar competitivamente no mercado de produção de enzimas”, disse Baptista.
Fonte: Agência FAPESP/Info Online
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Virgin Quer Realizar Teste de Nave Espacial Este Ano
Quase 500 clientes já assinaram para voos no SpaceShipTwo, uma espaçonave que acomoda seis passageiros e dois pilotos e está sendo construída e testada pela Scaled Composites, companhia aerospacial fundada pelo projetista aeronáutico Burt Rutan mas agora controlada pela Northrop Grumman.
Os voos suborbitais, que custarão 200 mil dólares por passageiro, devem atingir altitude de 109 quilômetros, o que propiciará aos viajantes alguns minutos de gravidade zero e permitirá que vejam a Terra tendo como fundo a escuridão do espaço.
"Na área suborbital, existe muito a ser feito. Trata-se de uma área que não foi explorada nas últimas quatro décadas", disse Neil Armstrong, que era pioloto de teste do avião de pesquisa X-15 nos anos 60 antes de se tornar astronauta e liderar a primeira missão a pousar na Lua.
"Há muita oportunidade", disse Armstrong aos 400 participantes da Next-Generation Suborbital Researchers Conference, em Palo Alto, Califórnia. "Espero que algumas das novas abordagens venham a se provar lucrativas e úteis. E estou seguro de que isso acontecerá".
A Virgin Galactic é a mais visível entre as empresas que estão desenvolvendo espaçonaves para propósitos de turismo, pesquisa, educação e negócios.
O SpaceShipTwo, o primeiro aparelho na frota de cinco espaçonaves que a Virgin planeja, já completou 31 testes de voo na atmosfera -15 deles atrelados ao WhiteKnightTwo, o avião que o transporta, e 16 em voo planado- disse William Pomerantz, vice-presidente de projetos especiais da Virgin Galactic, em palestra na conferência.
Os preparativos para os primeiros voos propelidos por foguete estão em curso no centro de montagem da Scaled Composites em Mojave, Califórnia, e o teste inicial deve acontecer neste ano.
"Esperamos instalar o motor-foguete na espaçonave ainda neste ano, e começar os testes com autopropulsão", disse David Mackay, chefe dos pilotos de teste da Virgin Galactic, durante a conferência.
"Gostaríamos de ser os primeiros a fazê-lo, mas não estamos correndo contra ninguém. Não se trata de uma corrida espacial como a ocorrida na era da Guerra Fria", acrescentou.
"O intervalo entre o primeiro voo com motor e o primeiro voo espacial não será longo, e de lá para o primeiro voo comercial ao espaço tampouco deve haver muita demora", disse Pomerantz a jornalistas, mais tarde.
Ele disse que os serviços de passageiros começariam em 2013 ou 2014, a depender dos resultados dos testes de voo e outros fatores, tais como o treinamento de pilotos.
Fonte: Reuters/Info Online
Tecnologia Israelense Quer Purificar Água no Espaço
Até agora, as águas residuais de voos espaciais foram atiradas no espaço sideral. As equipes de pesquisa devem usar tecnologia biomédica à base de polímeros em condições de gravidade zero.
O novo sistema à base de polímero foi testado em órbita em um ônibus espacial da Nasa e removeu todas as bactérias e vírus da água utilizada com sucesso. A partir disso, foi possível criar esperanças para a mudança no sistema de descarte das águas residuais.
Segundo Dr. Eran Schenker, chefe do Centro de Pesquisa de Medicina Aeroespacial do Instituto Fisher de Israel, dessa forma, no futuro, os astronautas poderão usar a nova tecnologia de purificação de água israelense para reciclar a água usada, ao invés de descartá-la no espaço.
A novidade pode ser uma boa notícia para os astronautas de voos espaciais e para a vida na Terra. Isso porque que é preciso termos um sistema viável com urgência, capaz de facilitar a remoção eficaz de bactérias e vírus, em qualquer condição. A purificação da água é um processo crítico em regiões com escassez de água em todo o mundo.
Fonte: Info Online
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Algas Marinhas Podem Virar Combustível
Baseado na Escherichia coli, o micróbio é capaz de digerir a alga e transformar os açúcares complexos existentes em sua estrutura em biocombustível. O processo pode ser feito em uma temperatura entre 25 e 30º C. Portanto, não precisa de muita energia.
Essa pode ser uma ótima forma de popularizar ainda mais o etanol. Isso porque algas marinhas crescem de forma abundante embaixo d´água e não interferem no espaço dedicado a outros tipos de cultivo, o que acontece em plantações de milho ou cana, por exemplo.
Outro ponto positivo dessa transformação das algas marinhas é que elas não precisam de fertilizantes ou de irrigação porque já estão submersas. Logo, elas conseguem reter os nutrientes da própria água do mar. Além disso, a estrutura orgânica é muito fácil de ser processada.
O estudo sugere que somente os EUA seriam capazes de produzir 1% do combustível usado atualmente ao cultivar algas marinhas em menos de 1% de seu território marítimo. Não é um volume capaz de abastecer todo o país, mas os pesquisadores a consideram como uma opção considerável, visto que dois terços do planeta estão cobertos de água.
O Laboratório de Bio Arquitetura afirma já ter feito parceria com empresas e especialistas para mostrar que desenvolver o etanol dessa forma é viável economicamente. A Europa também já tem projetos de cultivo de algas marinhas.
Fonte: Info Online
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Tecnologia Gorilla Glass
Hoje, já é possível acompanhar o desenvolvimento de televisões, videogames e eletrodomésticos totalmente interativos. E uma dessas inovações é o Gorilla Glass, um recurso criado pela empresa Corning, que consiste em uma tela touchscreen feita de vidro que não risca e é mais forte e resistente do que os periféricos atuais. Atualmente, já é utilizado em smartphones da Samsung e LG.
Pensando em prever como vamos viver nos próximos anos com a utilização dessa ferramenta, a Corning produziu um vídeo no qual fala sobre como essa tecnologia inteligente em vidro vai nos ajudar a reconstruir o que conhecemos do planeta no futuro. As demonstrações chegam a ser alucinantes, e você com certeza vai se impressionar em como o cotidiano pode ficar bastante interessante com exposições interativas e múltiplas funcionaldiades.
O clipe de seis minutos de duração começa com uma criança dormindo, quando um display acoplado no chão do quarto começa a exibir a hora, fotos e outras atividades. Portátil, o aparelho se assemelha a um tablet transparente, e pode se transportado para um ambiente maior, permitindo que o indivíduo tenha acesso a um acervo de informações sobre os próprios objetos, como roupas e calçados. A interação continua no caminho para a escola, dentro do carro, que também possui um painel inteligente.
Apesar de revelar inovações nos segmentos profissionais e residenciais, no entanto, é provável que os focos principais sejam em áreas como educação e medicina que, em muitos países, carecem de investimento e recursos realmente eficientes.
No vídeo, as crianças sentam-se em fileiras, cada uma com o seu computador de mão. Na mesa dos estudantes, os PCs mostram apenas o que está na tela principal, como o sistema de menus e recursos interativos, evitando que os alunos se distraiam e, assim, prestem atenção apenas nos professores. Os conteúdos mostrados dão uma impressão de profundidade 3D, e há até um painel semelhante ao que é encontrado no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, onde os visitantes têm de montar palavras embaralhadas através do movimento das mãos.
Já no hospital, os médicos portarão os tablets transparentes que vão exibir em tempo real a ficha completa dos pacientes, além de seus diagnósticos. Essas informações podem ser passadas facilmente para uma tela maior, que também mostra todos os exames já feitos pelos doentes. O mais impressionante, talvez, é a reprodução holográfica do próprio enfermo na mesa hospitalar, onde os doutores podem analisar o cérebro e outras partes do corpo utilizando a realidade aumentada.
Futurístico ou não, essa é uma boa forma de visualizarmos como pode estar nossa vida tecnológica daqui alguns anos. Enquanto esses dias não chegam, aproveite para assistir aos vídeos do A Day Made of Glass (o primeiro é a versão reduzida, e o segundo a versão completa, de onze minutos).
Fonte: Olhar Digital
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Carro Elétrico e Dobrável
Um novo automóvel foi apresentado na Europa, durante a European Commission de Bruxelas, e promete ser o alívio para aqueles que nunca acham vagas nas ruas para estacionar seu carro. Chamado de Hiriko, o veículo é elétrico e dobrável.Quando o carro está dobrado, ele ocupa 1/3 do espaço que um carro convencional ocuparia. Ele também possui 4 motores elétricos, um em cada roda, não havendo necessidade nenhuma de gasolina, transmissão e caixa de marchas. É isso que permite que a traseira do carro escorregue para dentro.
Além do design, é claro, o carro também precisa andar bem. E, segundo o site Future of Tech, o Hiriko possui 100km de autonomia.
Tim Urquhart, analista da empresa IHS Global Insight, diz que os carros Hiriko têm baixo valor, baixo custo e "portanto, baixa margem de lucro". Cada veículo custará cerca de 12,5 mil euros (cerca de R$28,7 mil).Cidades como Hong Kong, São Francisco e Berlim já demonstraram interesse em experimentar o carro em suas ruas. Por enquanto, o Hiriko será testado apenas em Malmo, 3ª maior cidade da Suiça.
Fonte: Olhar Digital
Estudo Mostra Como o Álcool Vicia Homens e Mulheres
São Paulo - Um estudo realizado pela Ernest Gallo Clinic e pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, esclareceu o mecanismo do vício em álcool. Pela primeira vez, ele comprovou em seres humanos que a liberação de endorfinas, substâncias que o cérebro produz responsáveis pelo prazer, é a principal causa do problema. Os estudiosos identificaram ainda as regiões do cérebro onde a endorfina é liberada. Até hoje, as experiências só haviam mostrado os efeitos da bebida em animais, sem grande detalhamento. De acordo com a pesquisa, publicada no periódico Science Translational Medicine, as endorfinas são liberadas nas regiões cerebrais do núcleo accumbens, ligado ao prazer, e do córtex órbito-frontal, parte do córtex pré-frontal responsável por processos cognitivos e de tomada de decisão.
Os testes foram feitos em dois grupos, um com 13 alcóolatras e 12 bebedores ocasionais, que se submeteram a tomografias para verificar a atividade cerebral durante o consumo de álcool. Assim, eles perceberam que, além de dar prazer, a bebida é capaz de modificar o cérebro de quem bebe regularmente, proporcionando cada vez mais prazer e, por consequência, levando à dependência.
Os estudiosos chegaram a essa conclusão ao ver que, quanto maior a quantidade de endorfina liberada no núcleo accumbens, maior era a sensação de prazer em ambos os grupos. Mas, quanto mais liberada no córtex órbito-frontal, mais o grupo alcoólatra ficava embriagado, fato que não ocorreu no grupo de bebedores com menor frequência.
Essa novidade pode ajudar na criação de novos remédios para tratar o alcoolismo com mais eficácia do que a naltrexona, usada atualmente para combater o vício. Segundo os pesquisadores, o problema desse medicamento é que ele não bloqueia as substâncias prazerosas liberadas apenas pelo álcool e, por isso, muitos pacientes abandonam o tratamento por causa da sensação que o remédio causa. Ao descobrir onde a dependência começa, poderá ser mais fácil encontrar um fim para ela.
Fonte: Exame.com / Info Online
Sabão Magnético Pode Limpar Vazamentos de Petróleo
São Paulo - Cientistas da Universidade de Bristol e do Institut Laue-Langevin desenvolveram um sabão magnético. O objetivo é limpar vazamentos de petróleo. O sabão é composto de sais ricos em ferro, dissolvido em íons de água, brometo e cloreto. A partir desses componentes, é formado um núcleo magnético dentro das partículas do sabão. O uso de ímãs levanta as substâncias nocivas, mas sem perturbar o ambiente natural.
A preocupação vem dos acidentes petrolíferos, cujo impacto é devastador sobre a vida marinha. Por exemplo, o colapso da plataforma submersível de petróleo Deepwater Horizon, da BP (British Petroleum) lançou 4,9 milhões de barris de petróleo no Golfo do México durante 100 dias em 2010. O petróleo envenenou todo o ecossistema local.
De acordo com o relatório publicado na revista Nature, os produtos químicos lançados, como dispersantes e sabões industriais, criaram muitos problemas ambientais. Além disso, as moléculas só começaram a quebrar seis meses depois. Portanto, é necessária uma solução mais sustentável e segura, que possa ser coletada com facilidade após o uso.
Apesar de o sabão magnético ainda estar em fase teórica, os cientistas querem um detergente capaz de ser produzido para limpar os vazamentos de petróleo e de ambientes sensíveis com segurança e eficácia.
Submetido a testes limitados pelos pesquisadores, o sabão sensível a um campo magnético foi inserido em um tubo de ensaio, em uma solução orgânica menos densa. Então, o sabão levitou para a superfície com o efeito da força magnética.
Segundo os cientistas, existe a possibilidade do sabão magnético também ser usado para recriar o fenômeno em líquidos comercialmente viáveis, que podem ir desde o tratamento de água até produtos de limpeza industrial.Fonte: Info Online
sábado, 14 de janeiro de 2012
A Empresa que Quer Desenvolver o Vidro Indestrutível
São Paulo - Se você está lendo este texto sob a luz de uma lâmpada elétrica, comendo um sanduíche aquecido no forno de micro-ondas enquanto seu celular baixa um aplicativo e seu computador faz um download, você pode não saber, mas está rodeado de inovações geradas pela empresa americana Corning, criadora do super-resistente vidro Gorilla Glass, que equipa os celulares mais modernos.
Fundada há 160 anos em Nova York, a Corning domina uma alquimia que envolve vidraçaria avançada, o trato preciso de materiais químicos e um laboratório de pesquisas e desenvolvimento que participou de alguns dos momentos mais importantes da história.
Exagero? Então, antes de falar aqui sobre o Lotus Glass, o vidro que vai equipar a nova geração de TVs OLED, vamos voltar à década de 1880, quando Thomas Edison registrou a patente da primeira lâmpada elétrica incandescente comercial. Apelidado “o mago”, devido ao apetite por inovações, Edison não foi genial apenas por pensar em novas soluções. Morador de Nova Jersey, foi também o pioneiro na produção em massa de produtos e, para isso, contou com a ajuda de um vidraceiro de Nova York chamado Amory Houghton.
Por afinidade e proximidade geográfica, a dupla uniu o gênio inventivo de Edison à notória qualidade da Corning Glass Works, vidraçaria fundada no bairro do Brooklyn, mas que se mudou para a cidadezinha de Corning, a cerca de 400 quilômetros de Nova York.
O sucesso foi tanto que Menlo Park, o local do laboratório do inventor, foi rebatizado de Edison Town. Hoje, ninguém tem dúvidas de que a marca Gorilla Glass é muito mais famosa do que a cidadezinha de Corning e seus 11 mil habitantes.
O laboratório manda
A participação na criação da primeira lâmpada elétrica bastaria para incluir o nome da Corning Glass na história, mas a empresa nunca foi só uma vidraçaria.
Em 1906, Amory Houghton inaugurou um pioneiro centro de pesquisas e desenvolvimento para pensar e desenhar novos produtos e aperfeiçoar sua linha industrial. Ao longo das décadas, a sala no quarto andar da fábrica foi ganhando importância até ter seu próprio prédio, depois seu próprio complexo e chegar no atual conjunto de 150 mil metros quadrados e um orçamento de centenas de milhões de dólares, que cresce ano após ano. Mesmo durante a Grande Depressão, sempre foi regra na Corning investir 10% da receita em pesquisas.
“Até 2014, as vendas da Corning atingirão a marca de 10 bilhões de dólares ao ano, mas o mais importante é continuar inovando”, disse Wendell P. Weeks, presidente da Corning Incorporated durante o encontro anual com os acionistas, em abril deste ano. “As tendências que mais crescem atualmente estão criando dificuldades que só nós estamos posicionados para resolver”, concluiu.
Dessa política de incentivo à inovação surgiram produtos que fazem parte do nosso dia a dia, como as louças resistentes a temperaturas extremas que levam a marca Pyrex, lâmpadas para semáforos, lentes de óculos mais finas e que reagem à luz do ambiente, até a aplicação de silicone na construção civil.
O conhecimento avançado da Corning no trato do silicone rendeu uma joint-venture com a Dow Chemical, que teve como meta criar filtros para motores, mas que teve como resultado mais inovador a descoberta do silicone como insumo para implantes cirúrgicos.
Na área dos gadgets, outra participação importante da empresa foi na parceria com a RCA para a fabricação de um pioneiro tubo de raios catódicos usado num protótipo que viria a se tornar a televisão. A tecnologia de ponta da Corning também garantiu uma longa e frutífera parceria com a Nasa. Quando a espaçonave Mercury entrou em órbita, levando a primeira tripulação americana ao espaço, era equipada com vidros resistentes ao calor fabricados pela Corning. Outro exemplo de colaboração entre os vidraceiros e a agência espacial foi o telescópio Hubble, que decolou em 1990 levando lentes de 2,4 metros feitas sob medida pela... Corning.
Bem antes do sucesso com os notebooks e os celulares equipados com Gorilla Glass, a Corning começava, nos anos 1960, uma pesquisa que lhe garantiria muitos lucros, mas também muitas dores de cabeça no mundo da tecnologia
Atendendo a um pedido dos correios do Reino Unido, um time de três cientistas da empresa começou a explorar as possibilidades do uso da fibra óptica. Dez anos depois, vencendo a concorrência de outros laboratórios, como o da AT&T, os doutores Robert Maurer, Donald Keck e Peter Schultz apresentaram o primeiro cabo de fibra óptica capaz de transmitir sinais por distâncias longas sem perdas significativas de qualidade. A dianteira nessa descoberta rendeu à Corning uma posição de destaque décadas depois, nos anos 90, quando a popularização da internet exigiu um upgrade geral nas redes de comunicação do mundo.
Empolgada com a nova área de atuação, em que era líder , a direção da companhia abriu várias fábricas e investiu esforços para oferecer sistemas completos de rede. Tudo ia bem até ocorrer, em 2000, o estouro da bolha das empresas de internet, grande parte delas clientes da divisão de fibra óptica da Corning.
Foram os anos mais difíceis. A crise pegou os vidraceiros em cheio e as ações da empresa chegaram a valer menos de 1 dólar, com mais de 5 mil demissões e o fechamento de plantas.
A recuperação não tardaria a acontecer, graças à intimidade centenária com os vidros. Depois da bolha das pontocom, as boas notícias chegaram com a explosão de vendas das telas finas para monitor, notebook e TV.
O sucesso das telas finas colocou de novo a Corning no rumo e, a partir de 2007, os lucros não pararam de crescer. O faturamento, hoje, é de 6,6 bilhões de dólares. Além das telas grandes das TVs e notebooks, a venda de smartphones atingiu seu auge e o Gorilla Glass se transformou em objeto de desejo dos consumidores mais antenados. Só no ano passado, 200 milhões de aparelhos foram equipados com o vidro especial da Corning.
Resistentes a arranhões e pancadas, as telas com a tecnologia são resultado de uma mistura afinada de dióxido de silício com íons de sódio e outros materiais químicos, que formam uma folha com a espessura menor que a metade de um milímetro. Esse material é banhado em íons de potássio, o que altera sua consistência atômica, comprimindo mais a estrutura molecular e garantindo maior resistência. Se parece difícil entender o processo, o produto final é impossível de confundir. Dell, Lenovo, LG, Motorola, Samung, Nokia e Sony já usam a tecnologia nos seus melhores aparelhos e é possível atestar a eficácia do Gorilla Glass riscando as telas com um prego, por exemplo.
Além disso, a Corning atendeu os projetos mais exigentes, ao fabricar vidros mais finos que os rivais. Isso ajudou os celulares a ficarem cada vez mais magros e com interfaces touchscreen com melhor resposta. Sempre cercada de mistérios quanto aos fornecedores e às tecnologias que usa, a Apple não confirma que o iPhone 4 usa uma tela projetada pela Corning, que, por sua vez, não nega, mas também não confirma.
A história mostra que a Corning deve ter um lugar relevante na fabricação das máquinas mais modernas do mundo daqui a uma centena de anos. Em vídeo que teve mais de 15 milhões de exibições no YouTube, chamado A Day Made of Glass (abr.io/1WGK), a Corning faz um exercício de futurologia em que várias interfaces digitais são exibidas em superfícies sensíveis ao toque, como TVs, espelhos, mesas, geladeiras e até o para-brisa dos carros. Apesar do ar futurista do filme, a produção de muitas dessas soluções já é viável por conta de produtos atuais da companhia.
Nos últimos anos, a empresa aumentou seu investimento em células fotovoltaicas e outras soluções de energia solar que poderiam alimentar telas finas com grande resolução e baixo consumo.
Graças ao domínio de uma técnica que envolve química, aparelhos únicos e engenheiros de ponta, a Corning anunciou, em outubro, a chegada do Lotus Glass, uma lâmina de vidro superfina que aguenta muito mais calor e por isso pode ser acoplada às placas e processadores de imagens mais potentes, sem deformar ou perder qualidade. Essas lâminas podem ser a chave para a fabricação de televisores maiores, mais finos e com maior resolução. O uso externo desses painéis, em placas de trânsito interativas ou em propagandas exibidas na rua, também seria possível devido à resistência do material.
O Lotus Glass ao alcance dos fabricantes, no entanto, não significa que a tecnologia chegará rapidamente às lojas. Diferentemente do que ocorreu no mercado dos smartphones, a Corning não encontra facilidade para entrar no mercado de TVs. Neste ano, chegou a reduzir suas previsões de ganho devido às vendas fracas de painéis que permitiriam fabricar TVs sem bordas ao redor da tela. A Sony, única parceira, colocou a solução em poucos modelos. “A Corning é um empresa teimosa. Acreditamos no design sem bordas e que seremos parte disso assim que os fabricantes conseguirem exibir a imagem nas bordas”, declarou Jim Flaws, executivo financeiro. O analista Rod Hall, do J.P. Morgan, prevê dificuldades para a Corning devido à crise econômica na Europa e nos Estados Unidos.
Mas olhando para a história da companhia não é difícil apostar que seu papel de protagonista nos mercados que estão para ser inventados pode ainda durar tanto quanto as suas telas indestrutíveis.
Fonte: Info Online















